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quinta-feira, 13 de junho de 2019

A garota da vitrine

Domingo enquanto procurava um filme semelhante à "Uma linda mulher", me deparei com o título "A garota da vitrine" ou "Shopgirl" e resolvi dar uma chance, já que a sinopse soava interessante.
Bom, o filme tem um narrador que se faz presente em alguns momentos, muitas cenas sutis onde a interpretação é tudo que se pode perceber, pois não há tantas falas quanto filmes hollywoodianos, a que se está acostumada (tô procurando me habituar a filmes com roteiros menos óbvios). 
O filme conta a estória de Mirabelle, uma jovem que muda de cidade e trabalha na Saks e vende luvas, sim...luvas! Aquelas que se usa com vestidos de gala. 
Mirabelle conhece Jeremy na lavanderia num dia comum enquanto dobrava suas roupas e conhece Ray quando este vai comprar um par de luvas pretas. Não conhece os dois ao mesmo tempo, há um momento em que um deles retorna à vida dela, mas ela já está saindo com o outro, embora este tivesse a alertado de seu desejo de manter as opções em aberto. 
Os diálogos com o Jeremy rendem boas risadas, eu garanto, dada a falta de noção por parte dele com regras básicas de convivência e a ingenuidade da personagem. 
O Ray representa o arquétipo de homem dos sonhos, educado, envolvente, charmoso, abastado, tudo o que uma garota foi ensinada a querer (graças aos céus este padrão está mudando!), o desenrolar da trama surpreende (ao menos a mim) bastante. 
O que permeia o filme e me deixou reflexiva, é análise bastante coesa e atual, apesar do filme ser de 2005. 
Antes de mais nada, é preciso dizer que o enredo é baseado no livro de mesmo nome escrito pelo ator Steve Martin (que interpreta o Ray no filme) e trata sobre os relacionamentos modernos (Bauman teria bastante o que dizer sobre) em que as pessoas, por receio de sucumbir à paixão e consequentemente medo de sofrer, de se envolver plenamente e preferem deixar o outro à uma distância "segura", porém acabam sofrendo e fazendo o outro sofrer. 
Além disso, o filme também mostra que mudamos a vida do outro sem perceber e talvez algo dito, por mais singelo que seja, pode transformar complemente a vida de alguém, portanto, é preciso ter responsabilidade quando tocamos a vida do outro. Empatia sempre. 

Por fim, espero não ter tirado a vontade de vocês de assistirem ao filme. Vale muito a pena. 

domingo, 12 de outubro de 2014

Mesmo se nada der certo

"Begin again" ou "Mesmo se nada der certo", é o nome do filme que estreou 18/09/2014 nos cinemas brasileiros. É o novo filme com a Keira Knighley protagonizado ao lado de Mark Ruffalo e Adam Levine(vocalista do Maroon 5) que eu assisti na madrugada e me diverti muito porque une os elementos que mais gosto : filme e música. 
Achei um texto que fala muito bem sobre as minhas impressões a cerca do filme:
Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again) segue a mesma lógica do filme premiado com o Oscar de Melhor Canção em 2008 - duas pessoas perdidas que se encontram pela música -, mas o faz de forma diluída, trocando a austeridade europeia pela maleabilidade americana. Keira Knightley vive Gretta, uma jovem compositora sem confiança no próprio talento que se vê sozinha em Nova York depois de perder o namorado (Adam Levine) para a fama. Mark Ruffalo é um produtor musical desprestigiado por suas escolhas profissionais e pessoais. Ele a vê tocando sozinha e visualiza o que ela poderia se tornar. Uma epifania ébria que pode salvar os dois.
A cena em que a personagem de Knightley assume o palco e vira objeto de atenção para o produtor toma o primeiro ato do filme. Começa com o ponto de vista dela, insegura, cantando suas desilusões para uma plateia desinteressada. Depois segue a trajetória de Ruffalo até o encontro, em um dia de fracassos sequenciais que culmina em uma resposta do destino. Uma banda invisível acompanha a cantora aos olhos e ouvidos do produtor, em uma das cenas que mostram a música como um personagem, não apenas como condutor narrativo. O mesmo vale para a ideia de gravar na rua o álbum de Gretta, misturando sua voz e os instrumentos aos sons da cidade que a encantara e maltratara.
Essa ligação sincera é o que torna Mesmo Se Nada Der Certo possível: as canções do longa convencem por sua qualidade e seus atores convencem como músicos. As composições de Carney, Hansard e Gregg Alexander (com a colaboração de outros produtores musicais) são definitivas para que a história se conecte ao público. Já Knightley sabe cantar e convence na sua postura de indie pé no chão. Levine, por outro lado, consagrado como músico, não atrapalha com o seu lado ator.
Ainda que leve a momentos catárticos pela música, Mesmo Se Nada Der Certo, assim comoApenas Uma Vez, não é o filme sobre metamorfoses que aparenta ser. O encontro entre seus personagens não transforma, leva à aceitação - eles apenas passam a compreender a própria história. Para Carney, a música leva ao autoconhecimento e esse é o caminho para a evolução.
Retirado de: http://omelete.uol.com.br/cinema/mesmo-se-nada-der-certo-critica/#.VDqQO2ddUmE
O mais incrível que achei foi o que o Carney conseguiu fazer transformar um filme em um filme sem aquele "q" de previsibilidade do início mostrando as duas perspectivas e o final que não parece final e sim uma espécie de começo, de aceitação para a partir de então crescer, começar de novo (begin again). 
Ps. A voz da Keira... uau! Me surpreendeu muitíssimo. Me pego cantando de vez em quando "roses, roses..." rsrs
O importante é recomeçar a cada tropeço, não é mesmo? ;) 
Beijos e abraços! 

domingo, 23 de junho de 2013

Ah,Itália,Dio Mio!!

Estava com muita vontade de assistir um filme,sempre faço isso quando preciso arejar minhas ideias, e meu irmão sugeriu um de suspense,mas não gosto de assisti só,portanto pensei em procurar filmes que se passam na Itália,pesquisei e entre uma série de filmes achei esse e a sinopse me atiçou a curiosidade. Se chama 'Sob o sol da Toscana',filme inspirado no romance homônimo de Francis Mayes,o qual quero ler urgentemente.
As imagens,a música,a comida tipicamente italiano por si só já vão deixar vocês com vontade de ver,eu espero (:
A história não é clichê,a escritora tinha um marido,carreira e era feliz,descobre que era traída e que o marido na verdade nunca lhe amou. Perde a casa para ele e a amante,vai morar num prédio onde só moram divorciados,fica deprimida e as amigas a presenteiam com uma excursão pela Itália,onde ela compra uma casa por impulso,reforma a casa,vive,enfim... se eu disser mais vou contar todo o filme e não terá graça.
É um filme que me fez ver que às vezes a nossa vida só está como uma torneira com tubulação enferrujada,basta trocar a tubulação e a água vai jorrar! Vai sim,acredita! 
Cai entre nós,os italianos...são de tirar o fôlego,não?! Risos.
Uma boa noite ou bom dia se estiverem me lendo do Japão! Risos.

Beijos

Ps. A boa receita para a autora do livro e para a protagonista(são a mesma pessoa ^^) é comida,amigos e sol.
Ps2. Quando eu for à Itália com toda a certeza irei conhecer a região da Cortona,Toscana,onde fica a casa que a Francis comprou. 
Ps3.  Quero conhecer o local onde o senhor todos os dias ia colocar as flores e sentir o aroma daqueles campos floridos! Si Si!

quarta-feira, 15 de maio de 2013

De volta aos anos 80

Olá! Sei que andei sumida(para variar rs) e cá estou.
Aqui é a Olive citando os filmes do John Hughes.
Numa dessas madrugadas da vida estava assistindo o filme 'A Mentira' estrelado pela Emma Stone e esse filme cita vários clássicos da Sessão da Tarde,o que me deixou com  vontade de vê-los e um deles eu já risquei da minha lista, se chama Sixteen Candles ou Gatinhas e Gatões. Eis a sinopse: Samantha Baker (Molly Ringwald), uma adolescente que está completando 16 anos, sonha em namorar um colega que infelizmente namora uma linda jovem. Além disso, em virtude do casamento de sua irmã mais velha seu aniversário é totalmente esquecido e, como desgraça pouca é bobagem, um garoto começa a assediá-la de forma inconveniente.


Essa sinopse não ajuda em muita coisa,mas aqui vai minha contribuição.
A história é clichê, a menina que gosta do menino mais velho e popular da escola,mas ele não sabe que ela existe.O diferencial é o garoto,o Jake Ryan,ele apesar de ser jogador de basquete ou era futebol americano? Não lembro! rsrs Enfim... Ele tem uma namorada(ficante) barbie perfeita,mas ele não parece muito satisfeito com esse TUDO que ele tem.
A Samanta tadinha nem imagina que sua calcinha vai parar com o Jake,acreditem com o Jake!! 
A Sam é uma fofa! *-*
Imagina você chegar em casa e dar de cara com um chinês? E ele ainda te chamar de coisinha fofa? É de rolar de rir! Assistam,não se arrependerão!

O próximo é o 'The Breakfast Club' ou Clube dos Cinco com a Molly também!! 
Assim que eu assisti-lo postarei aqui!

Ah!... Pessoal, esses filmes que eu citei são do diretor John Hughes- assunto para outro post.

Beijos e abraços. 

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Deleite da madrugada

Falar é completamente fácil,
quando se têm palavras em mente
que expressem sua opinião.

Difícil é expressar por gestos e atitudes
o que realmente queremos dizer,
o quanto queremos dizer,
antes que a pessoa se vá.
(Drummond)
Quando leio esse poema do Drummond penso naqueles amores avassaladores nos quais você mal conhece a pessoa e quando ela aparece seu coração bate como uma escola de samba,o coração vai até à garganta,o pulso acelera e você não consegue dizer nada do que pensou em dizer,coisas inteligentes,cultas,poéticas ou até aqueles verdes básicos para saber do que a pessoa gosta e na hora só sai bobagem e você fica sem graça pensando que o cara tá te achando a maior sem noção do pedaço. Rsrs - Imaginação fértil essa que eu tenho,não?

Boa noite para todos os fofos que ainda habitam nesse meu cantinho!
Beijos e abraços

Ps. Ver filminho aqui ;)

sábado, 19 de janeiro de 2013

Dicas: Filminhos

Oi,pessoal! Sumi uns dias pelo seguinte motivo: O Ben,meu laptop,andou muito ocupado com as produções musicais do meu irmão aliás se quiserem dar uma olhada no trabalho dele clique aqui.
Sim continuando...Falei num post anterior que daria o nome de uns filmes que andei vendo nesse meu breve período de férias.
1) Muito bem acompanhada(The Wedding Date) - 2005
Kat Ellis é uma solteira novaiorquina que é convidada a ir a Londres para o casamento da irmã mais nova. Ela resolve contratar um acompanhante de luxo para não ir sozinha ao casamento, ao mesmo tempo que aproveita para tentar fazer ciúme no seu ex-noivo, que a abandonara dois anos antes. Mas ela descobre que um relacionamento de mentira é mais estressante que um verdadeiro.
>> Essa é a sinopse que eu encontrei na Wikipédia e não condiz muito com o que eu assisti quer dizer diz exceto a última frase,pois eu compreendi que ela realmente queria passar uma imagem de que não estava nem ai para o ex-noivo,que por sinal é um mala rs,e contrata o Nick,um acompanhante de luxo que vai mostrar para ela o quanto ela é bonita e pode ser desejada. Não vou contar mais porque vai perder a graça,né? rsrs 
Nota: 10! ^^ Tenho que impressionar para que assistam. Quero comentários depois,tá? 
Acho que eu vou ver de novo rsrsrs



2) As vantagens de ser invisível(The Perks of Being a Wallflower) - 2012
Os protagonistas.
Charlie é transferido para uma nova escola e nesta nova escola tem muita dificuldades de interagir com os novos colegas. Com os nervos à flor da pele, ele se sente deslocado no ambiente. Seu professor de literatura, no entanto, acredita nele e o vê como um gênio. Mas Charlie continua a pensar pouco de si, até o dia em que dois amigos, Patrick e Sam, passam a andar com ele.
>> Mais uma vez essa é a sinopse da Wiki,mas eu adoro o meu pitaco rs. 
O filme é ótimo,fala sobre a vida dos jovens,é um pouco introspectivo,mostra a realidade da juventude e a dificuldade de que eles tem de se "encontrar".
Trilha sonora lindíssima! Tem The Smiths e The Wallflowers(a banda do filho do Bob Dilan).
Ps. O intérprete do Charlie é uma coisa muito fofa,para mim ele atuou maravilhosamente bem!


Emma Watson numa cena muito fofa.
Nota: 8

Espero que gostem de algum deles!

Beijos e abraços :*

sábado, 1 de dezembro de 2012

Trilha sonora de 500 dias com Ela

Promessa é dívida e aqui vai a trilha musical do filme citado no post anterior.
Obs.: Para quem ainda não conhece os "The Smiths" essa é uma boa oportunidade para darem uma pesquisada,pois tenho certeza que algum música deles vocês já ouviram alguma vez sem saber quem era.

Ps.: A faixa 8 é a que mais amo sem dúvida,sei lá me dá uma vontade de ficar pulando ou de sair correndo sem direção.Uma sensação de liberdade sem palavras.
E a "Quelqu'un M'a dit" da Carla Bruni é maravilhosa.

Ouçam e depois postem aqui,eu imploro. Risos.
Beijos e abraços.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

500 dias com a mala da Summer

Foi assim que a minha prima chamou esse filme. Na verdade ele se chama,a versão em português,"500 dias com ela".
Essa é a segunda vez que o assisto,o que se ,é de espantar,pois gosto tanto dele que tenho a impressão que o assiste muito mais vezes na minha cabeça . Risos
Um parênteses bem rápido: Não sei se notaram,mas eu mudei o blog. De novo,eu sei. Fazia um bom tempo que não mexia no layout de modelo dele,ele estava precisando e eu também.
Joseph em cima e Zooey em baixo.
Voltando ao filme,para quem não o viu aqui vai a sinopse:
Ele inicia com o narrador dizendo que não se trata de um história de amor e sim uma história sobre o amor,o que pode decepcionar muitas pessoas que esperam por isso,mas eu insisto vale a pena,senão pela história que seja pela trilha sonora(que merece um post só para ela).
A história acontece pelos dias que ele passou com ela,Summer Finn,interpretada pela Zooey Deschanel. Ele é Tom Hansen,interpretado pelo fofo Joseph Gordon Levitt. É um garoto que acredita no amor,em almas gêmeas e tudo o mais,ela é o contrário.
Não vou contar mais nada,pois se eu contar mais não vai ter graça.
Assistam e depois postem para mim o que acharam,POR FAVOR!!
Obs.: A fotografia do filme também é belíssima e o olhar que eles colocam no filme.

Nota: 10! Uniu música,bons atores,boa história e...

Summer: - I said i love The Smiths!
Beijos e abraços.  

domingo, 22 de abril de 2012

Inspiração dominical

Para quem não conhece essa é a Marimoon. :))
Oi :)
Como vocês podem ver(pelo menos que vem com uma certa frequêcia aqui no saudade) eu mudei a layout do blog,pois e já tinha enjoada a anterior e hoje fiquei bem inspirada a criar. Assisti um entrevista no extinto programa Lobotomia da MTV no qual o Lobão entrevistou a Marimoon.Acho que eu nunca falei disso aqui no blog,mas eu tenho a Mari como inspiração na minha vida. Eu amo o estilo dela arco-íris fofo doce e rock de ser. Um ano antes de fundar o saudade eu tinha as madeixas descoloridas e tingidas de rosa(logo virou vermelho,laranja e loiro),usava um piercing como brinco e tudo o mais. Morro de saudade dessa minha fase que foi tão feliz haha
Hoje assistindo essa entrevista de 2010(se não estou errada) e vendo a atual fase do cabelo da Marimoon,me deu uma vontade louca de tingí-los novamente e a partir dessa semana se tudo der certo já vou dar início a essa empreitada. Uhul!!
Já já vou pegar um filminho na locadora para ver em companhia do baby e de muita vitamina e pipoca. (:

Bom domingo a todos!                                        

Beijos e abraços coloridos :*

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Devo desculpas

Oi,leitores e passeadores do blog! rs

No post "Filmes de Janeiro" falei erroneamente e de cabeça fervente sobre o filme,Millenium:Os homens que não amavam as mulheres,falei por estar um pouco pasmada dada à vivacidade e a violência contidas no filme,devo confessar fico com náusea quando vejo mulheres sendo violentas principalmente quando a violência cometida é de cunho sexual.
Lendo um pouco sobre o filme na internet,que na verdade é inspirado na trilogia de Stieg Larsson e também graças à Cláudinha e ouvindo "depoimentos" e refletindo,percebi que devia isso à mim,aos meus amigos,os quais eu arrastei até o cinema, e ao autor que esse livro trata na verdade das mulheres que são fruto dessa geração e a Lisbeth Salander é aquela que faz justiça com as próprias mãos porque ela não acredita no Estado,o qual a controla por achá-la incapaz de reger a própria vida, e em nada.
Ela é a mulher que eu gostaria de ser com toda a ousadia,coragem,força e inteligência.
A Cláudinha me mandou um link para uma página na internet na foto abaixo:

Aqui vai o link para quem quiser conferir:
http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/eliane-brum/noticia/2012/02/por-que-amamos-tanto-lisbeth-salander.html

Espero ter me desculpado! (:

Beijos e abraços,
marilimab.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Filmes de Janeiro

Boa tarde à todos que já almoçaram,para mim ainda é bom dia,pois ainda não almoçei. rs
Pessoal,eu fiquei sumida por um tempinho e ultimamente estava postando coisinhas tão raladas que quase ninguém mais visitava meu blog,que anda mais saudoso do que nunca.
Mas vim para escrever a respeito dos filmes que assisti,certo?
Vou destacar 2:
Na verdade um que vale por 2 já que é uma continuação,mas não prossegue a mesma história.
Estou falando do Sherlock Holmes 2: Jogo das Sombras.
Assisti o um e apesar das críticas contra o Guy Ritchie,eu adorei,achei os efeitos espetaculares,enfim não devo entender muito de cinema. A crítica maior é contra o diretor que segundo os críticos não correspondeu à altura das criações anteriores. Mas para mim os dois filmes até agora tem me surpreendido positivamente e aguardo ansiosamente pelo terceiro. Rs
>> Crítica do 1º filme
>> Crítica do 2º filme <-- aqui vocês conferem a entrevista do Robert Downey Jr. sobre o filme e muito mais.

Me desculpem se vocês,queridos leitores,também compartilham da mesma opnião dos críticos,mas é que eu adoro essa atmosfera inglesa do século XIX,esse mistério,as habilidades do Sherlock,a beleza os atores... Gosto muito do filme. Já deu para perceber,não?

O outro filme que assisti foi Millenium:Os homens que não amavam as mulheres,o qual me decepcionou muito. Esperava um filme e vi outro. A atuação excelente não se pode negar,mas acho que o roteiro ficou a desejar e o filme muda de temática diversas vezes chegando a deixar o teleespectador confusa sobre o que se trata o filme. Assistam e dai vocês tirarão suas próprias conclusões.

Beijos e abraços,
marilimab.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Filmes de fim de ano

- A Fera;
- Par Perfeito(não gostei!);
- Monte Carlo;
- Melancolica(não terminei,pois o filme que baixei estava travando e fiquei sem coragem de esperar baixar outra vez);
- Eu quero ter a sua vida(não gostei mesmo!);
- De repente 30(pela enésima vez e sempre adoooro vê-lo outra vez);
- O diabo veste prada(de novo- ótima trilha sonora e o elenco);
- O gato de botas(ri a bessa com o pessoal!);
- Operação presente(hilário);
- Encantada(outra vez);
... tem outros mais eu não lembro rsrs

Dia 13/01/12 estou no cinema com a pipoca na mão para assistir Sherlock Holmes 2! Tô esperando faz é tempo!

Beijos e abraços,
marilimab.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Um dia

Oi,querido(a)(s)!
Fazia um tempinho que eu não postava sobre nenhum filme que eu tenha visto,mas também fazia um tempo que não via um filme sem nenhuma outra coisa na cabeça,enfim.
Esse se chama "Um dia" e é inspirado nu livro homônimo do David Nicholls,que já é um dos mais vendidos no Brasil segundo a revista Veja dessa semana.
Achei uma crítica bem interessante para fazer vocês quem sabe,assistirem ou lerem o livro,porque eu como crít ica ainda tenho muito a aprender. Risos 
Ai está:

Um Dia, Vinte Anos, Duas Pessoas


Um jovem casal se conhece no dia da formatura da faculdade, em 15 de julho de 1988. Eles se amam e depois se despedem. Para nunca mais se encontrarem? Não. Emma Morley e Dexter Mayhew ficarão juntos. E Emma vai contar no livro como foram os 19 anos seguintes do dia 15 de julho. Eles vão envelhecer nas páginas do romance. Emma é uma intelectual que leva anos para descobrir que, sim, é atraente para os homens. Ela é professora. Já Dexter é viajado, conquista qualquer mulher que quiser e ainda se torna um apresentador de televisão. Segundo a crítica, "o texto de David Nicholls cativa quem ainda tem décadas pela frente, e quem acabou de passar por elas".  Tirei daqui


Quem lê o livro o rotula de "fofo" e realmente foi isso que eu senti quando terminei de ver o filme com a Anne Hathaway e estrelando o lindíssimo Jim Sturgess.  *Trailer


Tomara que tenham gostado do post!
 Beijos e abraços,
marilimab.
Jim

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Julho

Foram-se as férias,voltam a rotina,o cansaço e a atordoação,mas volto para a minha tão querida rotina com a esperança que vai ser tudo diferente,diferente para melhor,claro.
Esse mês de julho foi cheio de coisas cômicas,outras nem tanto,mas essencialmente daquilo que mais adoro ultimamente: filmes.Sem esquecer da minha paixão por histórias e outras coisas mais.
Sim,os filmes foram desde Discurso do rei à A Duquesa.
Discurso do rei é melhor do que pensei.Já disse que amo o Colin Firth? Não? Sim,eu o AMO. rs 
A Helena também está esplêndida no papel da esposa do Rei George VI.


A Duquesa trata da vida de Georgiana,Duquesa de Devonshire.Que não foi digamos uma vida que todas pediriam à Deus.Foi conhecida como Imperatriz da moda pela a exuberância dos modelitos,os quais ela mesma desenhava,além de ter feito parte da vida política inglesa.
Vale a pena ler sobre ela e ver o filme! 


Também vi: 
- Orgulho e Preconceito;
 - Desejo e Reparação;
- Amor à distância;
- Amor extremo(não vi,aluguei,mas acabei não vendo).


Assistam! 

Ps.: Não sei porque me identifico tanto com filmes baseado em séculos passados,talvez quem sabe eu tenha vivido por lá(adoraria muitíssimo).


Beijos e abraços,
marilimab.

terça-feira, 12 de julho de 2011

Desejo e Reparação

Desde o domingo não conseguia pensar em outra coisa a não ser alugar um filme para ocupar meu tempo ocioso com pensamentos tolos,então ontem sai em busca de alguns filmes da minha lista e o da vez seria: Desejo e Reparação ou Atonement na versão original.
Baseado no livro homônimo de Ian McEwan,a história trata de vários sentimentos como o de culpa que persegue Briony,uma jovem adolescente que quando jovem cometeu um erro que mudou drasticamente a vida de muitas pessoas como a de sua irmã mais velha,Cecília e de Robbie,por quem Cee estava apaixonada.
Desejo e ReparaçãoO site omelete.com.br fez uma crítica brilhante e aqui está:
Todo mundo tem em sua consciência um erro cometido do qual se arrepende muito e julga imperdoável. Bom, pelo menos eu tenho o meu. O de Brioni Tallis aconteceu no início da adolescência e teve proporções catastróficas nas vidas de pessoas que ela amava: sua irmã Cecilia e Robbie Turner, filho de uma de suas empregadas. Resumindo em poucas palavras, esta é a idéia central de Desejo e Reparação (Atonement, 2007), adaptação do romance escrito por Ian McEwan.
Em seu segundo longa-metragem, o cineasta Joe Wright mostra que está amadurecendo o talento já demonstrado na estréia, Orgulho e Preconceito. Além de compor muito bem o mise-en-scène, com figurinos, cenários e câmeras nos locais certos, ele consegue extrair do elenco ótimas atuações, que já coloca seus atores na lista de possíveis indicados ao Oscar. Para o papel de Cecilia ele chamou Keira Knightley, com quem já havia trabalhado no seu primeiro filme. Seu parceiro de cena é o escocês James McAvoy, que vem se confirmando como um dos astros em ascendência. Mas o papel mais importante é o de Brioni, interpretado em três momentos distintos por Saorsi Ronan, Romola Garai e Vanessa Redgrave.
As três atrizes separam não apenas momentos distintos da personagem, mas também da história (seja ela com "h" maiúsculo ou minúsculo). Quando a conhecemos, no quente verão de 1935, ela é nova, prepotente e mimada. Anda a passos rápidos, fazendo ângulos retos e gasta o tempo livre escrevendo peças ou livros. Ela tem uma paixão secreta por Robbie, rapaz mais velho, que por sua vez é apaixonado por Cecilia e correspondido e da sua inocência vem o tal erro.
O tempo passa, a Segunda Guerra Mundial começa e o remorso de Brioni se torna uma ferida muito maior do que qualquer bomba lançada no front. É neste perído que a dramaticidade cresce e Wright concebe uma das cenas mais bonitas que os cinemas exibirão nesta temporada: em um soberbo plano seqüência, ele acompanha Robbie e dois colegas soldados chegando à praia de Dunkirk e presenciando a calamidade provocada pela guerra. Para realizar a cena, foram utilizados mais de mil extras e outras 350 pessoas trabalharam nos bastidores. São intermináveis minutos sem corte, que fariam até o Capitão Nascimento prender a respiração e torturar as lágrimas para que elas não escapassem pelo canto do olho. No terceiro ato, a premiada Vanessa Redgrave fecha a história com uma participação pequena, mas intensa.
Wright, apesar de ter trabalhado duas vezes em filmes de época, não se prende aos maneirismos no gênero e arrisca não só na narrativa, que apresenta visões diferentes para cenas específicas, mas também no uso da trilha sonora e edição de som, que trabalham juntos e fazem com que os barulhos do filme se encaixem na música e aumentem a tensão. Mas se você não se preocupa com estes detalhes técnicos e quer apenas curtir um bom filme, tudo bem também. Alguém tão preocupado com os detalhes não vai descuidar do elemento principal, a história. Mas vá avisado Desejo e Reparação não está na lista dos dramas de época, de guerra ou romances convencionais. Depois não venha botar a culpa em mim. Já tenho problemas demais na minha consciência.

"Todo grande amor só é bem grande se for triste".
Ps: Eu adooooooooooooro de paixão a Keira e o James McAvoy,muito.

Espero que assistam e comentem sobre o que acharam!

Um beijo.

terça-feira, 2 de novembro de 2010

Quanto tempo!

Já fazem alguns dias que não escrevo,meus caros leitores,desculpe tenho tido contratempos escolares e pessoais(em outro post conto!),mas não é isso que me traz de volta e sim o que fiz nesse mês de outubro.

Bom,vi alguns filmes entre eles: Amor e Inocência me interessei tanto que no mesmo dia dei um jeitinho de ir numa locadora e para assisti,engraçado o meu gosto por fins dramáticos,creio que seja porque ninguém vive sem um dilema ou preocupação,sendo que de 10,8 nós inventamos,pode acreditar.
Voltando ao filme... É uma autobiografia da Jane Austen que pra os amantes da escritora é belíssimo e bem fiel.
Os atores estão fantásticos,A Anne Hathaway e o James McAvoy(Luz,dedico a você),porém o que mais me entreteu foi quando ela começa a criar o Sr. Darcy que pra mim é um perfeito gentleman por mais rude que queria parecer(um fofo isso sim).
(Pausa pra reflexão...)
Livros não poderiam faltar,na verdade tem que ser no singular,pois só li Querido John(está em 1º lugar na revista veja desta semana) que se trata de um drama(deu pra notar que eu gosto hein?!),mas acho que por eu ter essa paixão por literatura e poesias,aprecio esse dom de escrever e tocar o coração,eu realmente senti a angústia do John e me derramei em prantos quando o livro acabou,aliás pretendo comprá-lo pra reler inúmeras vezes,só que o meu foco é comprar COMER,REZAR,AMAR da Liz Gilbert ou A comprometida da mesma autora.
Provas,provas e mais provas,não aguento mais e ainda por cima tenho ENEM,pode uma coisa dessas? (risos)
Entre uma correria e outra sempre dá tempo pra fazer uma boquinha e gente comi um sanduíche de-li-ci-o-so,nem fazem ideia,muito suave que você come em pouquíssimo tempo,encontrei num quiosque de um shopping local daqui da Ilha,quem é daqui depois eu passo o endereço.
Mais sabem o que me encantou mais? Foi que o dono tinha uma conversa tão agradável que me convenceu a comer esse sanduba e não me arrependi. Pois tá... Até!
Boa semana pra todos,bom feriado e fiquem bem!

Beijos e abraços,
marilimab.

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Sessão pipoca


Esse filme de hoje não tem nada em comum com os demais que já tenho falado por aqui.

Trata-se de duas formas de governo,o nazismo e o fascismo,muitos devem estar achando que é um filme antigo,mas vou logo avisando que não tem nada relacionado à II Guerra Mundial,ok? Devem estar se questionando: Como? Sim. É ai que vem o enredo abrilhantando e fisgando a nossa mente.



A Onda, Die Welle, é um filme realizado [dirigido] na Alemanha em 2008 por Dennis Gansel. Um professor amante de rock e com simpatia pelo anarquismo − personagem apesar de tudo frequente e revelador dos anseios frustrados de antigos estudantes insubmissos que acabaram por integrar o rebanho − foi encarregado pela directora da escola de dar um curso sobre os regimes autocráticos. Na Alemanha, inevitavelmente, o fascismo iria ser o tema dessas aulas, e como ninguém queria ouvir mais uma vez as banalidades de sempre sobre o Terceiro Reich e a culpabilidade alemã, o professor decidiu romper a barreira do desinteresse procedendo a uma experiência pedagógica. Propô-la aos alunos e eles aceitaram. Durante uns dias, o professor obrigaria os alunos, com o consentimento deles, a cumprirem os rituais físicos da disciplina de massas, esperando que eles aprendessem assim o conteúdo ideológico dessa disciplina.
Ao ver o filme, qualquer português da minha idade encontrará ali as aulas de Educação Física da sua infância. O que nos obrigavam a fazer! Talvez por isso todos nós, os jovens esquerdistas, éramos péssimos em ginástica. Se o taylorismo é a disciplina do corpo para a produção, o fascismo foi a disciplina do corpo para a política. Na experiência pedagógica daquele professor tudo começou com gestos simples, o levantar e o sentar, o estar sentado direito e de pés juntos.
E o professor tinha razão, porque antes de ser uma ideologia ou uma forma de governar, o fascismo fora acima de tudo um ritual colectivo, a encenação diariamente repetida da hierarquia e da submissão, da ordem enquanto anulação do indivíduo na grande colectividade, na pátria ou na raça.
O passo seguinte, não menos decisivo, foi a escolha de um uniforme, porque o uniforme não é apenas um símbolo de identidade do grupo. Muito mais do que isso, no fascismo o uniforme era uma máscara que ocultava as diferenças sociais, aquilo que já não sei que crítico britânico denominou «sartorial socialism», socialismo de alfaiate. E o pior é que foi esta a argumentação empregue por alguns alunos para convencer outros, mais renitentes, a aceitar o uniforme. Ele é democrático, diziam eles, pois reduz todos à mesma condição. E não é a democracia nos dias de hoje o mais insuspeito e incontroverso dos valores? Democrático dentro das paredes da sala de aulas, porque lá fora, apesar de envergarem roupa idêntica, os alunos eram ricos ou pobres ou assim-assim, sem que competisse ao uniforme abolir aquela realidade fundamental. A discussão na turma a propósito da adopção de uniforme foi das mais sugestivas, porque surgiu ainda o argumento de que nas democracias as fardas são comuns e até os executivos das empresas adoptam padrões de vestuário. Precisamente. Será que o fascismo foi democrático? Ou é a democracia que é fascista? E não podia ser mais aterrador o uniforme criado pelo professor e pelos alunos, calças jeans azuis e camisa branca. Na sua inteira banalidade, este uniforme lembrou-me o que John Le Carré descreveu em A Small Town in Germany, onde relatou o desenvolvimento de um fascismo pós-fascista, um movimento cinzento e anónimo de mediania social.
Adotado o uniforme, impunha-se naturalmente a escolha de uma saudação, o outro elemento ritual necessário para a identificação do grupo. E como o desporto aquático era a especialidade daquele professor e daquela turma, a saudação acabou por ser um gesto de braço reproduzindo o movimento de uma onda. Aquela tribo adquirira o seu nome e o seu totem. A Onda.
Porém, o que começara como um jogo continuou como um mecanismo inelutável, cujas engrenagens já não puderam ser sustidas e cujos efeitos não puderam ser travados. A sociedade não é um laboratório e as experiências sociais têm efeitos reais. A partir do momento em que se começa a fazer algo como experiência, ela deixa de ser gratuita. Talvez seja esta a maior lição de um filme que tem tantas. Contrariamente ao que imaginam os pós-modernos, a futilidade é uma coisa muito séria.
Uniforme, saudação, rituais, disciplina de massas, este conjunto excluiu todo o resto. As aulas deixaram de ser − ou de pretender ser − a transmissão ou a partilha de um conhecimento e converteram-se na mera afirmação da identidade do grupo. A vida privada foi eliminada. Não só a vida privada, aliás, mas todos os tipos de existência que ultrapassassem os limites do grupo. A Onda não tinha vias de saída, nem sociais nem mentais. A redução da existência a uma perspectiva única, é isto o totalitarismo, e o apelo aos sentimentos é aqui um dos procedimentos mais eficazes. Lealdade, afeto, devoção, nada disto podia ser gasto com namoradas ou com colegas, mas apenas com o grupo ou com as pessoas enquanto membros do grupo. A confusão do político com o afetivo, que ameaça todos os grupos, constitui o grande risco do totalitarismo, tanto mais perigoso quanto é a sedução da demagogia fácil. A política exercida com a razão é o antídoto do fascismo, que sempre se apresenta como uma política da emoção.
A Onda deu aos alunos o que lhes faltava, o sentido de uma comunhão coletiva, mas com a condição de eles darem tudo… a quem? Ao grupo? Através da hierarquia instaurada, tudo é dado inevitavelmente ao chefe do grupo, por isso ele pode aparecer como o generoso dispensador de beneficios e de conselhos. O autoritarismo não é senão a exploração afetiva dos que se entregam à autoridade. O carisma não emana do chefe, é-lhe dado pelos que acreditam nele e que não têm consciência de que recebem de volta no plano simbólico aquilo que lhe concederam no plano real.
Mas não foi só através da repetição dos gestos da disciplina coletiva que os alunos assimilaram o fascismo, a ponto de o adotarem. O terreno propício estava criado pelo misto de ignorância e de ressentimento que caracterizava a quase totalidade dos estudantes daquela turma, como caracteriza a sua esmagadora maioria noutras escolas e em outros países. A ignorância não consiste em não saber,mas em não desejar saber. A ignorância é só outro nome que se dá ao desinteresse. O ressentimento é a outra face do mesmo problema. Referindo-se à base popular dos precursores do fascismo francês, Eugen Weber observou que ela se caracterizara por «odiar os ricos e desprezar os pobres», o que constitui a definição do ressentimento. Naquele caso, o ressentimento era antes de mais sentido pelo professor, licenciado com diplomas de segunda ordem, enquanto os colegas tinham vindo de melhores universidades. O ressentimento era sentido também por muitos alunos e alunas, invejosos dos que tinham melhores notas ou melhores carros ou melhores roupas, das que eram mais bonitas e dos que eram mais atléticos. Como ninguém tem tudo, a semeadura do ressentimento encontra campos férteis. E assim os perdedores de sempre, os tímidos, os incapazes sentiram-se fortes em grupo e foram eles quem forneceu à turma a estrutura embrionária das tropas de choque.
Se  tivesse começado a espalhar-se pela cidade, o fascismo de A Onda fora gerado dentro das paredes de uma sala de aula e mantinha na escola a sua base de sustentação. Foi a estrutura escolar que forneceu o quadro daquela experiência. O professor não inventou uma nova relação com os alunos, apenas deu outro rigor e marcou de outro modo a hierarquia subjacente à vida da escola. Normas, submissões e comportamentos que no cotidiano aparecem de maneira dissimulada passaram para o primeiro plano e preencheram toda a cena. Ainda aqui o filme indica um dos mais importantes caminhos para a análise do fascismo, porque entre as duas guerras mundiais o fascismo jamais poderia ter ascendido e imperado sem o quadro prévio que lhe fora fornecido pelo liberalismo burguês. Compreenderemos o mecanismo básico do fascismo se soubermos que ele foi uma revolta no interior da ordem, não contra a ordem − ainda que,  em alguns casos, pudesse tê-la derrubado depois. Do mesmo modo, aquele fascismo escolar surgiu no interior da hierarquia docente e contou com a proteção discreta, embora significativa, da diretora da escola, numa ocasião em que o barulho dessas estranhas aulas começou a incomodar os professores conservadores que davam aulas ao lado. 

E na perspectiva dos tempos livres vemos que a escola não foi o único quadro constitutivo do fascismo de A Onda. Os pequenos grupos informais existentes entre os alunos, as minúsculos gangues de esquina que alguns deles formavam nos corredores da escola ou nas ruas da cidade, foram mobilizados para influir no grupo mais vasto, e ao mesmo tempo que perderam a sua identidade contribuíram para dar ao movimento uma identidade única e coesa.

É importante ressaltar que não estamos isentos de sermos mergulhados num regime totalitário,pelo contrário,é muito simples,surge a partir de uma ideia e essa mesma ideia se for comum à um pequeno grupo,pode crescer em tomar proporções inimagináveis.
Bom,assistam! É excelente!
Ps: Leitores,queridos,desculpem pelo tamanho,mas é que quando o assunto tem tantas vertentes não consigo me conter rsrs. Desculpem mais uma vez.
Beijos e abraços,
marilimab.

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Locadora

Neste domingo fui à locadora com minha prima para que ela locasse um filme que estava querendo faz um tempo e como este é um dos lugares que eu mais me sinto em "casa",fiquei lá olhando na minha sessão predileta e acabei achando um dos que eu sempre procuro e nunca acho.Esse para mim é um dos melhores filmes que já vi em toda minha vida(está bem que não tenho tanta idade assim,mas vocês entenderão quando assistirem/se o fizerem).Um legítimo romance para se deleitar ao som de uma belíssima trilha sonora.


O nome do dito cujo é: Orgulho e Preconceito(Pride and Prejudice)


Bem,inspirado na novela de Jane Austen,é um romance que é ambientalizado na Inglaterra do começo do século XIX,uma família rural composta por cinco filhas(Elisabeth[Lizzie],Jane,Mary,Catherine[Kitty] e Lydia) e seus pais Sr. e Sra. Bennet.Vivem em uma modesta fazenda que será herdada por um primo(Sr. Collins) por isso as filhas tem que se apressar para casarem antes que o pai faleça ou ficarão na miséria.No entanto, Elizabeth, a personagem principal, está decidida a não se casar, a menos que seja compelida por um amor verdadeiro.



Sr. Bingley, um solteiro rico que mudou-se recentemente para Netherfield, uma grande casa nas redondezas, é introduzido à sociedade local em um baile, juntamente com sua irmã Caroline e seu reservado amigo Sr. Darcy, que "possui metade de Derbyshire". Bingley se encanta com a bela e gentil Jane, enquanto Elizabeth passa a ter antipatia por Darcy, depois que ele recusa friamente suas tentativas de conversa e acaba ouvindo-o dizer a Bingley que "ela não é bonita o suficiente para tentá-lo". Quando Jane fica doente durante uma visita a Netherfield, Elizabeth vai visitá-la.
Mais tarde os Bennet são visitados pelo Sr. Collins, um pomposo ministro que não fala de nada além de sua patrona, Lady Catherine de Bourgh. Entretanto, o belo e chamorso tenente Wickham, da recém-chegada milícia, captura a atenção das garotas; ele critica Darcy, dizendo a Elizabeth que ele o enganou com relação à sua herança. Em um baile em Netherfield, Elizabeth, surpresa por sua rápida aparição e pedido, aceita dançar com Darcy, mas diz para sua melhor amiga Charlotte Lucas que havia "jurado detestá-lo por toda a eternidade". Durante a dança, ela o trata com sarcasmo e ele responde na mesma medida. Eles se concentram tão completamente um no outro que os outros convidados "desaparecem" até o fim da música.
No dia seguinte, em Longbourne, Sr. Collins pede Elizabeth em casamento, mas ela não aceita. Isso causa uma crise nervosa em sua mãe, mas ela tem o apoio de seu pai. Quando Bingley retorna inesperadamente a Londres, Elizabeth manda que Jane vá até a casa dos seus tios, também em Londres, para não perder contato com ele. Depois disso, Charlotte conta a Elizabeth que vai se casar com o Sr. Collins, por que ele pode oferecê-la uma situação financeira estável e por está numa idade considerada avançada para as moças solteiras.
Meses mais tarde, Elizabeth visita os Collin em Rosings, propriedade da arrogante Lady Catherine; eles são convidados para jantar na mansão, onde encontram Darcy e o coronel Fitzwilliam, sobrinhos de Lady Catherine. Nesse encontro, Darcy demonstra um maior interesse em Elizabeth, especialmente quando ela replica as perguntas de Lady Catherine sobre sua família de forma espirituosa. No dia seguinte, o coronel Fitzwilliam acaba contando para Elizabeth que Darcy havia separado o Sr. Bingley de um moça cuja família não tinha sido considerada apropriada, que ela sabia ser Jane. Distraída, ela corre sob a chuva; Darcy escolhe esse momento para a seguir e pedir em casamento, dizendo que a ama "ardentemente", apesar de sua "posição inferior". Elizabeth recusa, citando o seu tratamento com Jane e Bingley, e Wickham, e eles discutem. Ele a procura mais tarde, apenas para entregar uma carta, que explica suas atitudes. Na carta, ele revela que julgou mal a afeição de Jane por Bingley, e expõe Wickham como um jogador que gastou toda a herança que o pai de Darcy, que o considerava como um filho, deixou para ele e a quem negou mais dinheiro; ele também cortejou a irmã de Darcy, Georgiana - na época com 15 anos, na tentativa de obter sua herança de 30.000 libras,desaparecendo depois disso ao saber que não receberia nenhum tostão.
Elizabeth não conta nada a Jane. Em vez disso, os Gardiners levam Elizabeth para uma viagem a Peak District, e eles visitam a casa de Darcy,Pemberley. Elizabeth fica atordoada com sua riqueza, e só ouve coisas boas dele de sua governanta. Acidentalmente, ela encontra com Darcy - que ela achava que não estava em casa - e ele a convida para conhecer sua irmã. Georgiana e Elisabeth gostam uma da outra instantaneamente. Mais tarde, Elisabeth descobre que sua irmã mais nova, Lydia, tinha fugido com Wickham, ela chora e conta a notícia para seus tios e para Darcy, antes de voltar para casa. A família acredita que chegará a ruína por ter uma filha "desgarrada", mas logo ficam aliviados por saber que o Sr. Gardiner tinha encontrado os dois em Londres, e que iam se casar. Mais tarde, Lydia conta acidentalmente a Elizabeth que Darcy que os havia encontrado e tinha arcado com seu dote.
Quando Bingley e Darcy voltam para Netherfield, Jane aceita a proposta de Bingley de casamento. Na mesma noite, Lady Catherine visita Elizabeth de surpresa e insiste que ela renuncie a Darcy, já que ele irá supostamente se casar com sua filha, Anne. Elizabeth se recusa e, sem conseguir dormir, vai caminhar nas charnecas ao amanhecer. Ela encontra Darcy, que também não dormiu, após saber o que sua tia havia feito. Ele admite que ainda a ama, e Elizabeth aceita casa-se com ele,sobe o nascer do sol,numa manhã fria,ela beija a mão dele. Mr. Bennet dá o seu consentimento depois que Elizabeth assume para ele o seu amor por Darcy e ele diz que não há nenhum outro rapaz que a mereça mais.
Protagonistas:
Elisabeth Bennet vivida por Keira Knightley;
Fitzwilliam Darcy vivido por Matthew Macfadyen.


Beijos e abraços,
marilimab.

sábado, 24 de julho de 2010

O Líder da Classe

Título original:Front of class

Narra a história de vida de Brad Cohen(Jimmy Wolk),que tem síndrome de Tourette(é um distúrbio neurológico que faz com que o corpo perca o controle e a pessoa com essa doença tem tiques nervosos) e mesmo assim ele não deixa que essa deficiência o vença.
Desde os 6 anos,ele tem esse problemas,mas sua mãe sempre o incentivou a ter uma vida como a de todo mundo,não é por conta do Tourette que ele não podia ter uma vida comum.
Foi um diretor que o fez ser aceita na escola e pela ignorância dos professores que ele teve na vida,decidiu o ser o professor que ele nunca tinha tido.Ele adora ensinar o mais importante:que nada nunca o impediu de viver.
Baseado em fatos reais,hoje em dia o verdadeiro Brad(Bobo como é a sua mãe o chama) é casado com Nancy,fez seu mestrado e faz o que ele ama fazer: ENSINAR.


Super dica!  
Link para download: 
http://www.baixarfilmescompletos.biz/2010/12/o-lider-da-classe-front-of-class.html


Beijos e abraços,
marilimab.

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