Páginas

Mostrando postagens com marcador begin again. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador begin again. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de novembro de 2018

Câncer em peixes


Esses dias parei pra refletir enquanto colocava umas peças de roupa na lavadora. 
Cheguei à conclusão de que pela primeira vez na minha vida a ideia de estar aberta às possibilidades do amor não me assusta, pelo contrário. Sinto meu coração leve como nunca, e, ao contrário da minha cabeça a mil por hora diz, não preciso me preocupar com relógio biológico tampouco com pressão familiar. Na hora certa hei de reconhecer meu par dentre tantos na pista de dança da vida e o encontro vai acontecer. Assim. (Sempre há a possibilidade desse encontro já estar em nossas vidas e a gente não ter reparado). 
Que, está mais do que na hora de eu oportunizar ao meu coração a oportunidade de se entregar de novo, de tirar as teias de aranha sentimentais, de se entregar de novo, sem medo de ser feliz e de se decepcionar de novo porque isto é inevitável quando se toca. 
Talvez a culpa desse meu otimismo seja de câncer em peixes ou apenas do meu jeito de ser.
Vamos nos permitir amar de novo, amar um pouco, que seja por um cappuccino, por uma pasta, pela risada dos amigos... vamos amar! 


segunda-feira, 9 de abril de 2018

Sob pressão

Bom, se você chegou aqui agora, seja bem-vindo e assim como saludo os demais frequentadores deste singelo blog.
Queria falar, desde ontem, com você que abdicou de algo ou precisou "parar" algum tempo para alcançar determinado objetivo (um concurso, emprego, o que for). Preciso te falar que essa fase de angústia, essa ansiedade, vai passar, tudo vai dar certo, mas, para isso você precisa continuar fazendo sua parte (estudando, trabalhando..) e as coisas naturalmente vão acontecer.
Sei que soa cliché e até hipócrita dizer isso, porém foi a única forma de manter sã até o presente momento.
Tentei ao máximo e venho tentando me situar no momento presente e não deixar minha mente vagar sobre futuros imaginários, o que é a fonte de todos os pensamentos ruins subsequentes e daquela sensação martirizante de que você não tem controle de absolutamente nada. N-A-D-A.
Ontem me submeti a um dos dias mais extraordinários da minha vida, um dos dias que me fiz mais presente em cada momento vivido, em que exercitei minha mente para ficar naquele mesmo lugar por quase 05 (cinco) horas. E foi realmente desafiador, entretanto, se você não se distrai facilmente, isso não serve para você.
Ainda não alcancei meu objetivo por inteiro, apenas uma parte , mas senti que derrotei 3 (três) dragões da Khaleesi  (GOT feelings). rsrs 
Agora pasme, a lista oficial dessa primeira etapa só sai daqui duas semanas. Gueenta, coração!
Enquanto não sai a lista, vou mergulhar nos estudos da próxima etapa e tentar não alimentar pensamentos negativos (fazer casa de boas intenções, sabe como é? Pois é.).

"Tô fazendo minha parte, um dia eu chego lá."


Beijos e boa semana!

segunda-feira, 22 de maio de 2017

O tal do autoconhecimento


Para começo de conversa, esse tal do autoconhecimento é difícil pra CACETE (desculpem a expressão). E como é.
Venho tentando atingi-lo desde os meus...sei lá... desde que comecei a criar um pouco de juízo, porém sempre acontece alguma situação que puxa nosso tapete e diz que ainda não aprendemos tudo e que precisamos dar uma baixada na nossa bola - pelo menos comigo é assim (se não é com você, foi mal rsrs). 
Na última semana ocorreu uma situação que deu uma rasteira certeira no meu ego, daquelas que sacodem e dizem "não é bem assim, baby". Pois é.. A minha sorte é SEMPRE estar próxima de amigos (as) maravilhosos porque se não fosse Carol lá... Provavelmente teria ido embora na hora ou no mínimo deixaria nítido no meu rosto que não estava nada bem. 
Sei que você, caro leitor, não deve estar entendendo, mas tente imaginar uma situação que você tenha vivido, que tenha te feito repensar sobre o que você quer da vida, seja um relacionamento ou mesmo um resultado ruim numa prova da graduação, mestrado ou mesmo do ensino médio. 
Acredito que a grande questão é que achamos que sabemos o que queremos e o que não queremos, e talvez saibamos, todavia a vida é movimento e isso faz com que mudemos o tempo todo, para tanto  é preciso tempo para se reajustar a esses novos anseios. E não, não há nada de errado em demorar para entender o que se passa contigo. 
Ás vezes sinto como se estivesse nadando contra a correnteza e a fadiga me atingiu então a maré foi mais forte que eu e me trouxe de volta à praia. Noutras tantas estou no meio do mar e ele está calmo (assim como meus sentimentos e pensamentos) e assim consigo navegar novamente. 
Saiba identificar em qual desses momentos você está vivendo e tente (apenas tente) ver serenidade no meio desse (aparente) caos. 
Beijos,
M
P.S. Prometo tentar voltar mais vezes.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Dois mil e deSEX and the City

Oi, oi!
Sei que sempre estou em débito com vocês por não ter estado muito aqui nos últimos anos, seja por não saber expressar o que queria dizer ou pela correria maluca, enfim..
Este final do ano, especialmente, me deixou mais nostálgica e pensativa do que de costume, não sei se com vocês acontece a mesma coisa.
Da esq. para direita: Carrie, Miranda, Charlotte e Samantha
Comecei a me questionar sobre as escolhas que fiz, sobre minha postura frente aos obstáculos, saí do modo automático em que estava vivendo há bastante tempo e não percebia.
Não sei dizer o que foi o estopim dessa reflexão, se foi algum episódio ou alguém, todavia tô lutando contra velhos hábitos e tentando estabelecer novos desafios e atitudes. Afinal, sem ação nada muda, não é mesmo?
Nessa transição conheci uma série pela qual tô apaixonada, chama-se Outlander (tema dos próximos posts) e outra que já conhecia, mas nunca tinha dedicado tempo para assistir, Sex and the City. Esta última me fez questionar algumas coisas, tais como o famigerado medo da solidão e a plasticidade dos relacionamentos atuais, e olha que as primeiras temporadas se passaram no final dos anos 90 ainda assim continua bem coerente.
Sem entrar em detalhes sobre as personagens ou contar sobre a série (vai que alguém além de mim não tenha visto, não é mesmo?), me restringirei apenas aos questionamentos que a Carrie (Sarah Jessica Parker) fez, ok?
Bom, fiz um post sobre os relacionamentos fast-food (se não o leu, clique aqui) em que falei sobre a necessidade das pessoas em se relacionarem com o máximo de pessoas sem manter nenhum relacionamento e sobre a dificuldade que se tem de conhecer alguém além da anatomia humana.
Do quão exaustivo é passar daquele fase inicial em que se conversa somente sobre amenidades e depois de uma linha pré-estabelecida em que cada um vai para o seu canto e o ciclo recomeça.  É ENFADONHO!!
Num determinado episódio elas se questionam se o medo de enfrentar a solidão é maior do que se sujeitar a ter sua cama aquecida com alguém que você mal conhece. Lhes pergunto: É?
Das quatro, Carrie é quem finge aceitar bem a solidão e permanece mantendo hábitos doentios, fingindo ser quem ela não é mais, tudo isso por qual motivo? Para provar para alguém que ela é maravilhosa demais para estar num sábado à noite em casa vendo filme antigo e comendo comida chinesa?
Por que temos essa necessidade de provar para todo mundo que somos quem não somos??? 
Alright???
É por esse sentimentos que nos envolvemos com caras errados a vida inteira e ficamos nos perguntando: "Por que não aparece um cara legal na minha vida?". Já pensou que você pode estar sofrendo por um bobão enquanto um cara maravilhoso está bem à sua frente te encarando a aula inteira ?? Ou no trabalho??
Juro que não entendo essa incoerência de querer ser cuidada e não dar valor a quem cuida. Por que se envolver com quem nos maltrata?? Isso é masoquismo, garota! Cai fora enquanto ainda há tempo!
Ser solteira não é o fim do mundo, você não vai virar "moça velha", é apenas o começo de uma aventura de autoconhecimento e de amor próprio.
Não se deixe iludir pelas metades que os poetas tanto falam, somos inteiros e como tal buscamos outros inteiros, metade para quê?!
Bom 2017 à todos! 

Beijos e abraços, 

M.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Em terra de relação fast-food...

... persistir no amor é luxo!

Sim, meu caro, luxo categoria suíte presidencial master! E olha que quem vos escreve é uma garota criada à base de novelão mexicano e muita (mais muuuuuuita) comédia romântica, ou seja, praticamente uma romântica tóxica (risos). 
Exageros à parte (sem exagero, não seria eu)...muito do meu romantismo está diluído na maneira de agir e me importar com quem me cerca. 
Após algumas experiências é quase impossível que não se aprenda algumas coisas, algumas delas talvez a que mereça um grifo é que não é com todo mundo que você pode ser quem é, veja bem é possível pular de bungee jumping sem equipamento? A menos que você deseje morrer, não!! 
Da mesma forma é IMPRESCINDÍVEL preparar o terreno para se envolver com alguém, principalmente neste mundão onde perde-se cada vez mais o interesse em conhecer minimamente o outro, limitando-se a efemeridade de um momento de prazer.
Não que seja errado comer fast-food de vez em quando (muito embora os médicos proibirem terminantemente, mas é aquele velho ditado "o que é proibido..."), afinal todo mundo já passou pela fase do relacionamento fast-food, até os mais puritanos e certinhos, porém com a maturidade a ficha cai (normalmente) e você percebe que é solitário e monótono aquele investimento, aquele papo superficial - no qual você tem que fingir que não sabe o que o garoto quer (é, porque não se pode dizer de cara o que se quer senão corre o risco de você ser taxada de "fácil") - e você acaba percebendo que no fim das contas o que se quer é voltar para casa e dormir abraçado, é ter quem ligar de madrugada só para o outro lado da linha responder um "uhum" cheio de sono e não lembrar o que você tão pacientemente explicou.  
São esses pequeninos momentos que me mantem crédula de que (AINDA) vale a pena investir numa relação futura e aguardar (vivendo, é claro) aquele que vai fazer meu coração parar por um segundo para voltar a bater incessantemente todas as vezes em que ele me olhar. #romanticismdetected

Vou me valer de um trecho do texto "A impontualidade do amor" da Martha Medeiros que diz: 
[...] O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. [...]

E, se eu tivesse que dizer algo coisa para quem estiver lendo agora esse post seria: Seja você! Se ame! Ame seu corpo! Se vista para você! Se divirta! Não rasteje por quem não faz o mínimo de esforço para estar perto de você, destas pessoas só queira uma coisa: distância. 

Beijos e abraços, 

Marina. 


sexta-feira, 22 de abril de 2016

Sobre ser intensa



 Incrível que quando o universo conspira, não tem jeito. 

Ontem estava conversando com minha prima e estávamos justamente falando sobre o conteúdo da foto. Falava que inevitavelmente há um fator identificador em todos aqueles por quem nos interessamos, seja uma característica física ou da personalidade.
E o que realmente me interessa é a pessoa falar sobre chuva de meteoros (que ocorreu ontem),sobre formigas ninjas (só um exemplo esdrúxulo, gente rsrs), sobre seus medos mais engraçados, sobre ter acordado de madrugada e confundido o guarda roupa com a porta e ter feito xixi lá mesmo, sobre o perímetro da lua, sobre a fórmula da penicilina, sobre ter um sinal do tamanho da Oceania próximo da bunda, enfim... como minha prima falou,"Tu gosta de pessoa que te agregue" e ela tá certa, pois é exatamente isso. Não tô dizendo que só os caras ditos "cultos" é que são interessantes, pelo contrário (conheci alguns que eram um pé no saco), mas que não são apenas os amassos que contam, sabe?


É o que você tem a falar e principalmente o que escolhe falar. 
Tá na forma de responder a uma simples mensagem instantânea. São essas coisas que tocam ou não.
É o cara dizer prefere o Caetano ao MC Biel e lá pelas tantas começar a cantar "ôh, tô chegando hein! ôh, que que isso, hein? coisa louca". 
É dizer que minha forma de pensar não é linear e nem por isso me corrigir. 
Assim como no print ao lado, gosto de gente com profundidade, que fala com a emoção de uma mente confusa. Não quero saber de 'e ai'. 



Fui!
Beijos e abraços,

M. 

terça-feira, 12 de abril de 2016

Ano novo, marcador novo

Olá, meus amores!
Depois que finalmente consegui colocar o que eu sentia pra fora, resolvi mostrar para alguns amigos, foi então que dois deles acabaram me falando que gostariam de postar seus textos aqui no saudade e, óbvio, que disse sim. 
Portanto, hoje teremos a estreia de um deles, mas ele é bem tímido por isso assinará como A.P., certo? 

Segue abaixo pequeno trecho do meu querido amigo A.P.:


"Pensamento da manhã
Aquele convite que nunca te fiz será que ainda está de pé?
De ir à praia no final da tarde e depois tomar um café?
Por quê não fizemos isso antes?
Por que não nos convidamos para fazer parte da vida um do outro?
Por quê?. "

Obrigada por fazer do saudade seu recanto, A.P.!

Beijos e abraços,

M. 
Resultado de imagem para final da tarde tumblr
foto extraída de: indicefeminino.com.br

domingo, 10 de abril de 2016

A carta que nunca vou enviar para ti

Uma amiga psicóloga me aconselhou a colocar numa folha de papel todos os meus sentimentos sobre você e para jamais enviá-la, seria uma forma de desabafo particular e de entender como me sinto em relação a você.
Eis que farei aqui mesmo, afinal quando criei este blog a intenção era falar de tudo um pouco (dá uma olhada aqui), pois bem.

Eu gostei de ti. Muito. Talvez ainda goste muito, mas aprendi que me amo mais do que amo qualquer pessoa, ainda mais se este cara não me quiser por inteira.
Talvez se eu não tivesse respondido as tuas mensagens naquele dia ou tivesse me limitado ao "oi, td bem? td e ctg?", mas eu não sou assim, sou do "oito ou do oitenta", do "tudo ou nada", não sou do "em cima do muro",portanto me joguei sem paraquedas, sem colchão de segurança, mergulhei de cabeça, acreditei que seria feliz e fui. Fui sim!
Talvez tu não estivesse na mesma sintonia que eu, talvez tu não se veja como eu te via, talvez...
Talvez outras não vejam aquilo que eu admiro tanto e que pra qualquer pessoa possa ser banal, mas o teu jeito de ser era o que me encantava. Esse teu jeito bobo e tosco, ousado e homem de ser nas mínimas coisas.
Não! Jamais saberá o quanto tu me marcaste, pelo menos não agora nem hoje.
Só não entendo o motivo de ter me feito lembrar do que eu tinha esquecido e que eu gostava tanto.
Não era pra ser. Não era pra ser a gente. Porque você preferiu o mais fácil, o superficial. Não quis ver mais ou teve medo do que veria através de si mesmo.
Talvez você descobrisse o que realmente te afasta.
Então, até que tome coragem para ver além do que todos veem, vou seguindo sendo feliz. Por inteira.
(Espero que um dia você possa ver o que eu via e seja esse cara para alguém)
Beijos e abraços.

M
Prazer, Má! 

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Set me free

Foto por Joselle Campos
Eu me joguei no mundo porque quis e porque quis, voltei! Eu amei, desamei, me amarrei , me juntei, odiei , surtei, ajudei e ainda ei de fazer isso mais umas 88 mil vezes na vida... Eu pretendo viver, eu pretendo ser feliz , sem rótulos,sem títulos, ser feliz por nada e por tudo ao mesmo tempo, meu desejo é de cada dia mais poder sorrir até para quem não me sorri de volta e não sofrer por isso (sim, eu e minhas manias de sofrer por não ser querida).

Eu quero que meu espírito seja livre para permanecer pelo amor, nunca pelas correntes, pois é assim que eu me sinto com o mundo na mão, mas escolhendo meu cantinho por que ele é daqueles que me deu motivos para ficar.


Autoria: Danielle Gondin

domingo, 1 de março de 2015

(Re)start

Às vezes é só uma questão de prestar atenção. Não se culpe por ter olhado na direção errada por tanto tempo porque o mais importante é que finalmente se deu conta de que a posição geográfica não é bem o seu forte. 
A esquerda e a direita depende da posição em que você se encontra, não é? 
Ouvi dizer que o mais importante não é a chegada, é a busca do caminho. 

Se perca, se ache, só não perca a vontade de procurar (seja lá o que for).


terça-feira, 30 de dezembro de 2014

All i want to say is thanks

Se me fosse pedido para escolher uma palavra que definisse o meu ano, a palavra seria gratidão.
Não há palavra melhor.  


domingo, 12 de outubro de 2014

Mesmo se nada der certo

"Begin again" ou "Mesmo se nada der certo", é o nome do filme que estreou 18/09/2014 nos cinemas brasileiros. É o novo filme com a Keira Knighley protagonizado ao lado de Mark Ruffalo e Adam Levine(vocalista do Maroon 5) que eu assisti na madrugada e me diverti muito porque une os elementos que mais gosto : filme e música. 
Achei um texto que fala muito bem sobre as minhas impressões a cerca do filme:
Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again) segue a mesma lógica do filme premiado com o Oscar de Melhor Canção em 2008 - duas pessoas perdidas que se encontram pela música -, mas o faz de forma diluída, trocando a austeridade europeia pela maleabilidade americana. Keira Knightley vive Gretta, uma jovem compositora sem confiança no próprio talento que se vê sozinha em Nova York depois de perder o namorado (Adam Levine) para a fama. Mark Ruffalo é um produtor musical desprestigiado por suas escolhas profissionais e pessoais. Ele a vê tocando sozinha e visualiza o que ela poderia se tornar. Uma epifania ébria que pode salvar os dois.
A cena em que a personagem de Knightley assume o palco e vira objeto de atenção para o produtor toma o primeiro ato do filme. Começa com o ponto de vista dela, insegura, cantando suas desilusões para uma plateia desinteressada. Depois segue a trajetória de Ruffalo até o encontro, em um dia de fracassos sequenciais que culmina em uma resposta do destino. Uma banda invisível acompanha a cantora aos olhos e ouvidos do produtor, em uma das cenas que mostram a música como um personagem, não apenas como condutor narrativo. O mesmo vale para a ideia de gravar na rua o álbum de Gretta, misturando sua voz e os instrumentos aos sons da cidade que a encantara e maltratara.
Essa ligação sincera é o que torna Mesmo Se Nada Der Certo possível: as canções do longa convencem por sua qualidade e seus atores convencem como músicos. As composições de Carney, Hansard e Gregg Alexander (com a colaboração de outros produtores musicais) são definitivas para que a história se conecte ao público. Já Knightley sabe cantar e convence na sua postura de indie pé no chão. Levine, por outro lado, consagrado como músico, não atrapalha com o seu lado ator.
Ainda que leve a momentos catárticos pela música, Mesmo Se Nada Der Certo, assim comoApenas Uma Vez, não é o filme sobre metamorfoses que aparenta ser. O encontro entre seus personagens não transforma, leva à aceitação - eles apenas passam a compreender a própria história. Para Carney, a música leva ao autoconhecimento e esse é o caminho para a evolução.
Retirado de: http://omelete.uol.com.br/cinema/mesmo-se-nada-der-certo-critica/#.VDqQO2ddUmE
O mais incrível que achei foi o que o Carney conseguiu fazer transformar um filme em um filme sem aquele "q" de previsibilidade do início mostrando as duas perspectivas e o final que não parece final e sim uma espécie de começo, de aceitação para a partir de então crescer, começar de novo (begin again). 
Ps. A voz da Keira... uau! Me surpreendeu muitíssimo. Me pego cantando de vez em quando "roses, roses..." rsrs
O importante é recomeçar a cada tropeço, não é mesmo? ;) 
Beijos e abraços! 

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...