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segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Sonhos adolescentes

Olá! Como vão? Espero que bem. 
Bom, quem frequenta este humilde blog sabe que curto uma banda chamada Fresno desde os 11/12 anos (não me perguntem quantos anos tenho, por gentileza rsrs) e quem não sabe é só digitar "fresno" na caixa de busca acima que você achará alguns posts acerca disso. 
Nesse sentido, anseio desde àquela época ir ao show deles, de lá para cá a banda amadureceu musicalmente, mudou alguns componentes, tendo estes seguido carreira solo ou abdicado em detrimento da família (o Bell). 
Ainda assim segui acompanhando o trabalho do grupo e dos que trilharam seus próprios caminhos, como o Rodrigo Tavares (Esteban Tavares - nome artístico).
Foto tirada pela banda após o show
Para minha surpresa e imensa satisfação, no final de setembro e no início de Outubro deste ano Fresno e o Esteban marcaram shows na minha Ilha Magnética. 
Parêntesis: Você que está lendo esse post gosta de algum artista, certo? Imagina se fosse improvável ele ir à sua cidade e quão bom seria ele agendar um show? Dessa forma você consegue ter uma noção do estado de êxtase que fiquei. ((:
Pois bem...Tratei de comprar o ingresso da Fresno assim que as vendas começaram por receio de acabarem. Uma amiga combinou de ir comigo, porém no dia do show, dia 29/09/17, uma sexta-feira,todos resolveram furar. No fim das contas, fui sozinha #allbymyself.
Parêntesis 2: Meu irmão ainda ensaiou de ir, mas não era a vibe, contudo ele ficou comigo até a banda chegar e começar a tocar. #melhorpessoa
E se eu contar que quando entrei sequer lembrei que tinha ido só? Estava tão ansiosa para começar o show, e espontaneamente durante a espera conheci algumas pessoas que se tornaram amigas.
Sobre o show...
O show englobou faixas do primeiro disco até o disco mais recente, cortesia dos rapazes em razão de ser a primeira vez (de muitas, espero), mas o ponto alto - para mim - foi quando todos tocaram percussão, e o clímax foi no discurso do vocalista (Lucas) sobre perseguir sonhos anterior à música "Eu sou a maré viva", música essa que me toca bastante. 
Pensei que quando ele tocasse as mais antigas ficariam mais emocionada, mas foi a que citei acima que deixou meus sentimentos expostos em forma de lágrimas. 
Eu e Biga com Mário (teclado) e Guerra (batera) 
Como uma fã com espírito adolescente que sou, gritei como se não houvesse amanhã, resultado? Uma dor de garganta horrorosa. Rsrsrs 
Dica: Leve uma garrafa d'água quando resolver gritar como se não houvesse amanhã - eu não comprei antes e não arredei o pé de onde estava por 1 segundo durante o show.  
AH! Esperei um bom tempo, mas consegui tirar foto com eles. AAAAAAAAAAAAAA *-* 
Idade mental?? 12 kkkkk 
Confiram as fotos de um dos dias mais felizes da minha vida! 


Edit 1: Na semana seguinte, pra ser precisa no dia 05/10/2017, fui ao show do Esteban Tavares e terminei de me realizar.
Desta vez sabia que não estaria sozinha porque, como contei acima, fiz algumas amizades e eles estariam lá.
O show estava previsto para começar cedo, porém começou um pouco depois das 23h e teve duração de quase duas horas, foram as horas mais rápidas e surreais que vivi.
Não tremi como tremi quando vi Fresno, mas fiquei incrédula durante boa parte do concerto.
O show foi voz e violão, uma proposta mais intimista, talvez por isso senti como se estivéssemos na sala da casa dele e ele nos deleitava com suas canções.
O repertório, em sua boa parte, foi do álbum recém-lançado "Eu, Tu e o Mundo", mas também tocou algumas queridinhas do público, como "Sophia", "Muda", "Pianinho" e "Segunda-Feira". E encerrou com "Sinto Muito Blues", muito apropriada.       <3 font="">
Obs: "Muda" e "Segunda-Feira" ele cantou para mim. Tá? Rsrs
Obs2: Entre uma música e outra o Esteban conversa com a platéia, ele meio que tenta transmitir a atmosfera de como foi feita cada canção, até as que ele não gosta de cantar mais porque, segundo o músico, não fazem mais sentido.
E é compreensível, porque este disco é o terceiro, o primeiro ele ainda estava envolto nos "braços" confortáveis da Fresno, o "Saca La Muerte De Tu Vida" foi feito em seis meses com ajuda do crowdfuding e é bem diferente do "Adiós, Esteban", portanto ele ainda está se encontrando musicalmente e realmente haverão músicas que os fãs vão sempre pedir, no entanto não irão condizer com a evolução musical e pessoal do artista. Ossos do ofício, não é mesmo?

   Mil beijos ((: 

quarta-feira, 15 de abril de 2015

Eu não sei lidar

O título deste post é o nome do livro do Lucas Silveira, que hoje está na pré-venda no site da Saraiva (quem tem interesse, go go!). 
Sim! Ainda admiro o trabalho dele! Ao contrário dos que pensaram que eu teria deixado esse sentimento de lado, a resposta é não.

O livro é em palavras dele "este livro é uma espécie de farol, só que ao invés de marcar o ponto de chegada, é um farol concebido para iluminar o que ficou para trás. É por isso que ele revela não apenas “a história” escondida nos versos de cada canção, mas também o que liga cada uma delas e o que faz deste conjunto uma obra inteira, uma narrativa musicada de memórias fragmentadas.
Aqui, cada canção funciona como um pequeno ponto luminoso. A cada página, essa luz vai desvelando algo inesperado. Relatos do universo da música e sua trajetória profissional de repente se misturam com lembranças da vida pessoal, da infância, e desembocam em dilemas que geraram grandes histórias. E aos poucos é possível ver formar-se um caminho."

Gente, eu esperava que ele publicasse os textos dele em algum momento da vida, mas eram apenas pensamentos, e não é que ele conseguiu?! Parabéns! Que seja um sucesso como tudo o que ele faz!

ps. Se quiserem me dar algo de presente, já sabem, hein? Super dica!!

Beijos e abraços,

Marina.


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tenho postado pouco

Em detrimento da faculdade, que é o meu sonho, bem verdade que há dias em que ela é meu pesadelo, trabalho em cima de prova e pequisa. Ufa! Coitada de mim! Eu, bancando a vítima, pra variar! kkkk
Sim... Achei um texto no blog do Lucas(Silveira) que é bem o que eu venho tentando escrever e não tenho conseguido seja por falta de tempo ou de "tato" com as palavras.
Aproveitem as palavras lindas dele!

Tenho escrito menos
E vivido um pouco mais. A literatura de meus dias perdeu o caráter de micro conto, por isso não mais os tantos posts. Virou romance que não mais se capitula em poucos parágrafos. Muitas vezes abandonei em branco o texto, pois olhava, míope, para dentro de mim e nada via senão o nebuloso vulto da ulceração que ainda gritava em vermelho. Precisava encontrar um caminho para a superfície, mas no fundo daquele poço encontrei um par de lentes.
O romance nos desafia a convicção, por vezes tira a paciência, e pode até nos subtrair alguns anos da vida, mas quando é que alguém, por um segundo que fosse, cogitou – a sério – viver sem ele? Nossas aspirações vão, cada vez mais, aproximando-se da realidade; a gente passa a prometer menos, mentir menos, e chega até a achar que, dessa vez, erraremos menos, por julgarmos saber onde escondem-se todas as bombas desse campo minado. Nem preciso lembrar que a única certeza no romance é a de se estar eternamente em apuros, saracoteando as pernas para não se deixar afundar totalmente no obscuro e indecifrável oceano que é a vida daquela pessoa com a qual estamos de mãos dadas.
Em apuros pois é perigoso. É perigoso porque a gente arrisca. E a gente arrisca porque quer. Ninguém nos obriga a viver o amor, mas a gente ama vivê-lo. Ninguém nos obriga a sentir as mesmas dores de novo, mas a gente se quebra em mil pedaços para sentir o prazer na cura. A gente acha que pode viver sem, mas as palavras soluçadas no fim de uma noite ébria evidenciam o que, para todos ao nosso redor, já era óbvio: estamos fodidos.
Em apuros não estou só eu, estamos todos nós, meus caros. Romance é o que se persegue pelas esquinas, que foge à luz dos postes, e ele está bem. Em perigo estamos nós, nesse apuro que reside na nossa urgência em vivê-lo. Vivê-lo, mesmo que torto, inacabado, ferido, precipitado, errado, proibido, ou impossível. Vivê-lo de verdade, com intensidade e sem escudos. Como deve ser, e como inevitavelmente é, quando nosso coração nos dá aquela única e inevitável rasteira que nos faz quicar no chão.
Viver o romance é estar em apuros.
Estou vivendo, e não quero ser salvo.

Lindo, não? Lucas, se você um dia ler meu blog(pense na felicidade da garota), acho que deveria pensar em colocar esses contos em livro, se é que já não pensou já que sua cabeça é a mil por hora. 

Pessoas lindas, eu me apaixono cada dia por tudo o que vejo e principalmente pelo que eu aprendo. Para muita gente a universidade é só um obstáculo a ser vencido,mas eu tentarei e tento extrair o máximo que posso de cada coisa que me é dita pelos professores ou por alunos em períodos a minha frente. A vida é uma travessia tão bonita, é um romance como bem disse o Lucas. Eu encontro o amor da minha vida e não largo dele mais, e a vida é assim, ela é dada a você e não te larga mais, pois então viva, cara!!  Larga de ser frouxo (como todo o respeito) e vive!!
Larga de ser frouxa, Mari! Digo isso a mim mesma todos os dias! A vida é feita para os que tem atrevimento e não pra os que se escondem atrás dos cabelos ou da "maquiagem".        


Beijos e abraços.

domingo, 21 de julho de 2013

Presente de aniversário

Meu irmão(quem canta no vídeo) fez esse vídeo de presente para mim.
A música se chama "lebruce" do Visconde - diz muito sobe mim.

Happy 20 years! ♥ 

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