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quarta-feira, 30 de setembro de 2015

Dos mistérios da vida

Já ouviu uma música chamada "ensaio sobre ela" do Cícero? Não? Pois ouça ou procure por ela nesse exato momento, você vai amar ou odiar, vai saber.
Bom, a música fala da forma despercebida que uma determinada menina entrou na vida e no coração dele e é isso que me trouxe aqui.
É engraçado pensar em como algumas pessoas entram dessa forma, de sapatinho, sem fazer nenhum barulho na nossa vida. Algumas  vezes só para nos desestabilizar. E nem tem como prever a que horas e nem quem será este cristão que entrará nas nossas vidas. Pode ser quem você teve um namorico na quarta série ou um cara no trabalho que, de repente, te manda uma mensagem e você responde, no início, para ver até onde ele vai. E esta atitude leva a encontros e mais encontros e quando você percebe está totalmente fora de controle e aquela mulher madura/autossuficiente da lugar a menina que você nem sabia que ainda morava lá o tempo inteiro.
As borboletas no estômago estão de volta? Sim! Você fica feliz com qualquer coisa? Sim! Se arruma muito muito até porque ele pode ligar e você tem que estar linda. Vai que ele quer me vê agora? Sim! Rsrs
E da mesma forma, ele te diz que conheceu outra e você fica sem reação, da uma bela risada e continua sua vida normalmente. Certo? Errado!
Passa dias comendo feito louca, correndo feito maratonista para desopilar a mente, mas nada tira aquelas palavras da sua cabeça e as mil perguntas que ficaram sem resposta. Sim. As que ficaram sem ser respondidas matam muito mais.
Com o passar dos dias você se da conta que a necessidade dele se expor por todo o canto sorridente é, no mínimo, ambígua, pois qual a necessidade de se reafirmar para o mundo sua (suposta) alegria? Ok, sei o quanto é ótimo gritar aos 4 cantos do planeta "sou felizzzzzz", mas se está tudo bem, meu caro amigo, guarde para você.  Ou não,  como muitos fazem (eu também, tá? Posto minhas loucuras no ig, fb...).
No fim das contas, a menina ensinou muita coisa para a madura. Principalmente que viver é isso, não ter controle de nada e aí está a felicidade.

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Tenho postado pouco

Em detrimento da faculdade, que é o meu sonho, bem verdade que há dias em que ela é meu pesadelo, trabalho em cima de prova e pequisa. Ufa! Coitada de mim! Eu, bancando a vítima, pra variar! kkkk
Sim... Achei um texto no blog do Lucas(Silveira) que é bem o que eu venho tentando escrever e não tenho conseguido seja por falta de tempo ou de "tato" com as palavras.
Aproveitem as palavras lindas dele!

Tenho escrito menos
E vivido um pouco mais. A literatura de meus dias perdeu o caráter de micro conto, por isso não mais os tantos posts. Virou romance que não mais se capitula em poucos parágrafos. Muitas vezes abandonei em branco o texto, pois olhava, míope, para dentro de mim e nada via senão o nebuloso vulto da ulceração que ainda gritava em vermelho. Precisava encontrar um caminho para a superfície, mas no fundo daquele poço encontrei um par de lentes.
O romance nos desafia a convicção, por vezes tira a paciência, e pode até nos subtrair alguns anos da vida, mas quando é que alguém, por um segundo que fosse, cogitou – a sério – viver sem ele? Nossas aspirações vão, cada vez mais, aproximando-se da realidade; a gente passa a prometer menos, mentir menos, e chega até a achar que, dessa vez, erraremos menos, por julgarmos saber onde escondem-se todas as bombas desse campo minado. Nem preciso lembrar que a única certeza no romance é a de se estar eternamente em apuros, saracoteando as pernas para não se deixar afundar totalmente no obscuro e indecifrável oceano que é a vida daquela pessoa com a qual estamos de mãos dadas.
Em apuros pois é perigoso. É perigoso porque a gente arrisca. E a gente arrisca porque quer. Ninguém nos obriga a viver o amor, mas a gente ama vivê-lo. Ninguém nos obriga a sentir as mesmas dores de novo, mas a gente se quebra em mil pedaços para sentir o prazer na cura. A gente acha que pode viver sem, mas as palavras soluçadas no fim de uma noite ébria evidenciam o que, para todos ao nosso redor, já era óbvio: estamos fodidos.
Em apuros não estou só eu, estamos todos nós, meus caros. Romance é o que se persegue pelas esquinas, que foge à luz dos postes, e ele está bem. Em perigo estamos nós, nesse apuro que reside na nossa urgência em vivê-lo. Vivê-lo, mesmo que torto, inacabado, ferido, precipitado, errado, proibido, ou impossível. Vivê-lo de verdade, com intensidade e sem escudos. Como deve ser, e como inevitavelmente é, quando nosso coração nos dá aquela única e inevitável rasteira que nos faz quicar no chão.
Viver o romance é estar em apuros.
Estou vivendo, e não quero ser salvo.

Lindo, não? Lucas, se você um dia ler meu blog(pense na felicidade da garota), acho que deveria pensar em colocar esses contos em livro, se é que já não pensou já que sua cabeça é a mil por hora. 

Pessoas lindas, eu me apaixono cada dia por tudo o que vejo e principalmente pelo que eu aprendo. Para muita gente a universidade é só um obstáculo a ser vencido,mas eu tentarei e tento extrair o máximo que posso de cada coisa que me é dita pelos professores ou por alunos em períodos a minha frente. A vida é uma travessia tão bonita, é um romance como bem disse o Lucas. Eu encontro o amor da minha vida e não largo dele mais, e a vida é assim, ela é dada a você e não te larga mais, pois então viva, cara!!  Larga de ser frouxo (como todo o respeito) e vive!!
Larga de ser frouxa, Mari! Digo isso a mim mesma todos os dias! A vida é feita para os que tem atrevimento e não pra os que se escondem atrás dos cabelos ou da "maquiagem".        


Beijos e abraços.

sexta-feira, 29 de março de 2013

Dias

Olá! Como vão? Eu confesso que vou um pouco atarefada,sabe?
 Muita pressão do tipo: você tem que fazer isso e aquilo e aquilo outro,mas você também tem que fazer concurso,tirar boas notas na faculdade e passar no concurso etc.
Eu sei que os pais nos amam e por isso cobram tanto,mas será que essa cobrança excessiva não acaba nos afastando deles? Acho que sim. Pelo menos é essa a sensação que tenho às vezes,dá vontade de fugir,de pegar um mochilão e correr para o mundo!

Sexta-feira da paixão e eu me queixando,né? Vamos aproveitar esses dias e pensar na nossa vida,o que queremos para ela e o que devemos deixar morrer.

Desculpem o desabafo.

Beijos e abraços.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Você tem fome de quê?

Inspirada pelo evangelho desse domingo no qual o Pe. Cláudio lindamente comparou com uma nostalgia,com infinitas coisas,mas o que me motivou a escrever foi a fome.
Fome,gente,a vontade,o que nos motiva,o que a gente sente falta,sabe? Aquilo que te faz seguir em frente ou simplesmente aquilo que te mantêm preso ao chão.
O que me motiva? Bem...Não sei ao certo,mas eu tenho vontade de viver,sabe? De fazer parte desse ambiente que é o mundo ao meu redor,de conhecer o mundo,de viver coisas diferentes,inovadoras,de conhecer,descobrir coisas novas,diferentes,vontade de pintar,de desenhar na rua,de qualquer coisa que não seja a monotonia.
Eu quero ser inquieta,criativa,produtiva...sempre!

Espero que eu tenha motivado vocês :)

Beijos e abraços muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito cheios de cheiro.

Ps.: Eu tô melhor,tá? Apenas com resquícios de secreção,mas não entremos em detalhes hahaha :**
Pode parecer sem nexo com o texto,mas  eu acho que tem sim,porque às vezes é necessário acontecer uma mudança interna para que possamos seguir a vida. Precisamos ter "apetite"!

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