Tenho observado com frequência a ansiedade quanto ao fim da década, sendo que, como apontado oportunamente por uma amiga, uma década termina em 0, logo apenas em 2020 será encerrada a década propriamente dita.
O que quero dizer com isto é: ansiedade. Ansiedade que 2019 acabe, ansiedade porque 2020 está batendo na porta e muitas coisas não foram realizadas ou concluídas.
A internet está lotada de memes acerca do assunto e não é para menos o "fim" sempre assusta, a mudança mexe com os recônditos do consciente e do inconsciente.
Esse ano, em particular, me ensinou muitas coisas, acredito que estava mais consciente diante das avalanches e até às mais singelas mudanças, refletindo mais do que apenas deixando passar sem entender os processos.
Processos. Bem, eles realmente fizeram e ainda estão fazendo o meu ano, acredito que sem cada um deles eu não estaria me encaminhando para um estado de maior atenção ao que estou vivendo, à mim.
O que 2019 te ensinou ou que ainda está ensinando?
" Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte !" (Konrad Adenauer)
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quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
segunda-feira, 19 de março de 2018
Pressão de ser "alguém"
Bom, se tu já tens mais de 18 anos é bom ir se preparando para as cobranças porque elas nunca mais deixarão de incomodá-lo(a).
Há uma crença equivocada de que ao se completar 18 anos adquire-se o total controle da sua vida, a famosa independência. Mas, o que não lhe contam é que essa famigerada liberdade só será entregue quando puderes se sustentar (em todos os sentidos!) e que de nada adianta completar mais uma primavera se tu não sabes o que fazer com todas as implicações que dela advêm.
Não, eu não tenho mais dezoito anos, caro leitor.
Não sei se gostaria (HELL NO!) de tê-lo novamente, estou feliz com as minhas conquistas e fracassos. (!!!)
Do alto dos meus VINTE E QUATRO ANOS (sei que não é muito, para alguns), experienciei momentos que estão ajudando a construir a mulher que quero ser, afinal todos estamos inacabados, não-terminados, insatisfeitos com algo que ainda não conseguimos conquistar, sempre querendo mais por mais distante que pareça estar.
Estou num momento de novas descobertas, de estreia no mundo de "gente grande", aquelas pessoas míticas que quando criança achava que fossem muito mais velhos e sábias.
Sabe de uma coisa? Não é nada disso. Não me considero sábia tampouco velha, talvez menos ingênua, uma vez que desmitifiquei muitas coisas que me contaram, confirmei outras tantas e simplesmente me sinto honrada dos passos que estou dando, da feitura da minha vida, sabe essa sensação?
Essa paranoia de atingir o inatingível, de preencher as expectativas alheias, é o caminho mais rápido para frustração e quanto mais cedo perceberes isso, melhor.
Se preocupe em se encontrar na vida, sem a pressão de ser isso ou aquilo, tente manter sua saúde mental, ser feliz apesar dos obstáculos e perceber que são os tropeços que te tornam um bom navegador.
Mar calmo nunca fez bom marinheiro. Não é assim que costumam dizer? Pois bem.
Era isso.
XXXX
Há uma crença equivocada de que ao se completar 18 anos adquire-se o total controle da sua vida, a famosa independência. Mas, o que não lhe contam é que essa famigerada liberdade só será entregue quando puderes se sustentar (em todos os sentidos!) e que de nada adianta completar mais uma primavera se tu não sabes o que fazer com todas as implicações que dela advêm.
Não, eu não tenho mais dezoito anos, caro leitor.
Não sei se gostaria (HELL NO!) de tê-lo novamente, estou feliz com as minhas conquistas e fracassos. (!!!)
Do alto dos meus VINTE E QUATRO ANOS (sei que não é muito, para alguns), experienciei momentos que estão ajudando a construir a mulher que quero ser, afinal todos estamos inacabados, não-terminados, insatisfeitos com algo que ainda não conseguimos conquistar, sempre querendo mais por mais distante que pareça estar.
Estou num momento de novas descobertas, de estreia no mundo de "gente grande", aquelas pessoas míticas que quando criança achava que fossem muito mais velhos e sábias.
Sabe de uma coisa? Não é nada disso. Não me considero sábia tampouco velha, talvez menos ingênua, uma vez que desmitifiquei muitas coisas que me contaram, confirmei outras tantas e simplesmente me sinto honrada dos passos que estou dando, da feitura da minha vida, sabe essa sensação?
Essa paranoia de atingir o inatingível, de preencher as expectativas alheias, é o caminho mais rápido para frustração e quanto mais cedo perceberes isso, melhor.
Se preocupe em se encontrar na vida, sem a pressão de ser isso ou aquilo, tente manter sua saúde mental, ser feliz apesar dos obstáculos e perceber que são os tropeços que te tornam um bom navegador.
Mar calmo nunca fez bom marinheiro. Não é assim que costumam dizer? Pois bem.
Era isso.
XXXX
segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018
Joguinho? Nem de videogame eu gosto
Há quem goste de fazer mistério e há quem prefira ser objetivo. Eu, com toda a certeza, estou no segundo time.
Costumo abordar esse assunto em roda de amigos e ouço bastante reclamação tanto da ala feminina quanto da masculina em relação ao "joguinho".
Essa forma de "demonstrar" interesse com desinteresse. Demorar a responder uma mensagem para não parecer que está querendo muito, mas também não demorar tanto para não parecer que está desinteressado. - Qual seria a medida exata, então?
Olha, para mim isto é simples: Se olhei um rapaz e o achei interessante, digo a ele, se não quero digo também. Nada mais injusto do que prender alguém à você por ego ou seja lá o que for.
Quando se quer alguém de verdade não há espaço para fingir desinteresse ou julgar a conduta do outro.
Claro que devemos controlar a ansiedade, pois as relações precisam de tempo para maturar. No entanto, ultimamente essa pressa em viver tudo que há para viver (Lulu Santos feelings) está suprimindo a fase de conhecer o território, de conhecer melhor o outro, de desnudar a alma porque ao mesmo tempo em que fingimos desinteresse querendo dizer que estamos afim, não queremos perder tempo "esquentando banco", estamos em constante busca pela próxima paixão efervescente. E quando as bolhas se esvaem, acaba também a relação que nem havia sido construída.
Uma dica: Se você quer alguém, demonstre. Se ele ou ela não entender dessa forma, o problema obviamente não é contigo e sim com o outro que perdeu a sensibilidade de se relacionar com o outro.
segunda-feira, 22 de maio de 2017
O tal do autoconhecimento
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Para começo de conversa, esse tal do autoconhecimento é difícil pra CACETE (desculpem a expressão). E como é.
Venho tentando atingi-lo desde os meus...sei lá... desde que comecei a criar um pouco de juízo, porém sempre acontece alguma situação que puxa nosso tapete e diz que ainda não aprendemos tudo e que precisamos dar uma baixada na nossa bola - pelo menos comigo é assim (se não é com você, foi mal rsrs).
Na última semana ocorreu uma situação que deu uma rasteira certeira no meu ego, daquelas que sacodem e dizem "não é bem assim, baby". Pois é.. A minha sorte é SEMPRE estar próxima de amigos (as) maravilhosos porque se não fosse Carol lá... Provavelmente teria ido embora na hora ou no mínimo deixaria nítido no meu rosto que não estava nada bem.
Sei que você, caro leitor, não deve estar entendendo, mas tente imaginar uma situação que você tenha vivido, que tenha te feito repensar sobre o que você quer da vida, seja um relacionamento ou mesmo um resultado ruim numa prova da graduação, mestrado ou mesmo do ensino médio.
Acredito que a grande questão é que achamos que sabemos o que queremos e o que não queremos, e talvez saibamos, todavia a vida é movimento e isso faz com que mudemos o tempo todo, para tanto é preciso tempo para se reajustar a esses novos anseios. E não, não há nada de errado em demorar para entender o que se passa contigo.
Ás vezes sinto como se estivesse nadando contra a correnteza e a fadiga me atingiu então a maré foi mais forte que eu e me trouxe de volta à praia. Noutras tantas estou no meio do mar e ele está calmo (assim como meus sentimentos e pensamentos) e assim consigo navegar novamente.
Saiba identificar em qual desses momentos você está vivendo e tente (apenas tente) ver serenidade no meio desse (aparente) caos.
Beijos,
M
P.S. Prometo tentar voltar mais vezes.
quarta-feira, 8 de março de 2017
Amar e ser livre
Ultimamente tenho sido questionada (e tenho me questionado) bastante sobre minha vida amorosa (ou a ausência dela rsrs) por algumas pessoas mais próximas e isso me fez pensar sobre alguns pontos.
Para começo de conversa: O que é namorar? É ter um parceiro, um relacionamento estável, saudável, que ocasionalmente um dorme na casa do outro, etc.. Certo? Mas esses relacionamentos precisam ter um termo? Digo..precisam ser eternos?
O modo como as coisas foram repassadas, esse viés religioso engendrado até hoje dita a forma de pensar, isto é, não concebemos a ideia de que um namoro pode ser sazonal, porém porque não desfrutar da companhia do outro o tempo que nos for confortável (infinito enquanto durar já dizia Vinícius) sem a pressão de que a qualquer momento possam nos perguntar sobre nosso estado civil (solteira, casada, união estável...).
Não quero dizer que eu seja a favor da promiscuidade (o que é promiscuidade afinal?!) ou da banalização do sexo, mas sim que é possível duas pessoas se relacionarem, se envolverem, se amarem sem que um dos lados queira cair fora com medo da outra pessoa se apaixonar.
Desde quando vivemos em contagem regressiva??? Está bem que não sabemos o que acontecerá a seguir, todavia não é justificativa para a forma como tenho visto acontecer ultimamente. O padrão se repete e as pessoas estão cada dia menos afim de desvendar o mundo do outro e mais interessadas em transar com toda forma humana que há na face da terra.
![]() |
| Relationship goals ♥ |
O que eu desejo é que a minha liberdade envolva alguém a ponto desse alguém escolher ser meu parceiro de vida, mas se formos felizes apenas um período...Maravilha também.
Vamos pensar bem se queremos estar com alguém porque é nossa vontade ou se estamos nos sentindo pressionadas a ter alguém para corresponder aos anseios de A ou de B.
Beijos,
M.
P.S.
FELIZ DIA DAS MULHERES!!
Beijos,
M.
P.S.
FELIZ DIA DAS MULHERES!!
quarta-feira, 25 de janeiro de 2017
Nós não fomos feitos para durar
Na testa dele eu lia “cuidado, frágil” e
no meu coração ele achou um prazo de validade vencido.
Nós não fomos feitos para durar e, mesmo assim,
entramos no mercado e compramos escovas de dentes para colocarmos no pote do
banheiro.
Ele trouxe um pijama para o meu armário e eu levei
uma calcinha para a gaveta dele.
Nós sabíamos que não ia durar.
E mesmo sabendo que não ia durar, nós vestimos
nossas meias e preparamos omelete às duas da madrugada. Nós inventamos apelidos
um para o outro e nomes para os filhos que não teríamos. Nós contamos as moedas
do bolso e corremos de mãos dadas até a padaria. Nós dividimos a conta do
jantar e a fronha de travesseiro.
Nós sentíamos que não ia durar, então nos
abraçávamos apertado durante a madrugada e nos beijávamos de língua antes de
escovarmos os dentes. Combinamos de olhar para os olhos um do outro ao invés
dos ponteiros do relógio.
Nós tínhamos certeza de que não tínhamos sido
feitos para durar, mas também tínhamos certeza de que tínhamos sido feitos para
sermos felizes.
E isso nós fomos.
Até o dia em que não duramos mais.
Afinal das contas, ele era frágil e meu coração já
tinha passado do prazo.
Duramos mais do que casais que prometeram a
eternidade.
(Natália Nodari)
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THAT GUY
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
Se não me entendes, não me curtas, não comente nos meus posts
Provavelmente você já reparou que as pessoas demonstram
tanto através das “carinhas” nas redes sociais, mas cara-a-cara sequer conseguem gesticular algo sem que você internamente se questione se aquilo é verdadeiro
ou se é uma resposta ao que a pessoa acha que você espera/deseja. Ué, posso até
estar exagerando, mas ultimamente as pessoas estão tão “poker face” que
desconfio sempre.
O outro lado dessa mesma moeda são as tais “curtidas”. Você
posta uma foto em que está se sentindo muito bem (ninguém posta foto ruim,
venhamos e convenhamos) dai aquele rapaz curte e nesse momento toca firework da
Katy Perry (foi a música que me veio à mente agora hihi) na sua cabeça, as
borboletas começam a vibrar no seu estômago, mas o que vem depois?! Isso ai.
Nadica de nada. O cara não manda mensagem, não liga, não manda snap... Nada.
E é ai que me questiono: qual o motivo de curtir? Sério?! Eu
curto fotos por ‘n’ razões e se eu achei incrível vou lá e comento com “carinha”
à perder de vista.
Portanto, se você gosta da garota, amigo, curte e manda uma
mensagem singela ou então não curta nada, só mande uma mensagem “nossa, você tá
linda naquela foto! Quero te ver!”. Ou vai esperar outro aparecer e mostrar
para você como que se faz??
Como bem disse a Cássia Eller “E já que não me entendes, não
me julgues não me tentes...”.
Beijos e abraços,
Ma.
sexta-feira, 14 de outubro de 2016
Em terra de relação fast-food...
... persistir no amor é luxo!
Sim, meu caro, luxo categoria suíte presidencial master! E olha que quem vos escreve é uma garota criada à base de novelão mexicano e muita (mais muuuuuuita) comédia romântica, ou seja, praticamente uma romântica tóxica (risos).
Exageros à parte (sem exagero, não seria eu)...muito do meu romantismo está diluído na maneira de agir e me importar com quem me cerca.
Após algumas experiências é quase impossível que não se aprenda algumas coisas, algumas delas talvez a que mereça um grifo é que não é com todo mundo que você pode ser quem é, veja bem é possível pular de bungee jumping sem equipamento? A menos que você deseje morrer, não!!
Da mesma forma é IMPRESCINDÍVEL preparar o terreno para se envolver com alguém, principalmente neste mundão onde perde-se cada vez mais o interesse em conhecer minimamente o outro, limitando-se a efemeridade de um momento de prazer.
Não que seja errado comer fast-food de vez em quando (muito embora os médicos proibirem terminantemente, mas é aquele velho ditado "o que é proibido..."), afinal todo mundo já passou pela fase do relacionamento fast-food, até os mais puritanos e certinhos, porém com a maturidade a ficha cai (normalmente) e você percebe que é solitário e monótono aquele investimento, aquele papo superficial - no qual você tem que fingir que não sabe o que o garoto quer (é, porque não se pode dizer de cara o que se quer senão corre o risco de você ser taxada de "fácil") - e você acaba percebendo que no fim das contas o que se quer é voltar para casa e dormir abraçado, é ter quem ligar de madrugada só para o outro lado da linha responder um "uhum" cheio de sono e não lembrar o que você tão pacientemente explicou.
São esses pequeninos momentos que me mantem crédula de que (AINDA) vale a pena investir numa relação futura e aguardar (vivendo, é claro) aquele que vai fazer meu coração parar por um segundo para voltar a bater incessantemente todas as vezes em que ele me olhar. #romanticismdetected
Vou me valer de um trecho do texto "A impontualidade do amor" da Martha Medeiros que diz:
[...] O amor aparece quando menos se espera e de onde menos se imagina. Você passa uma festa inteira hipnotizado por alguém que nem lhe enxerga, e mal repara em outro alguém que só tem olhos pra você. Ou então fica arrasado porque não foi pra praia no final de semana. Toda a sua turma está lá, azarando-se uns aos outros. Sentindo-se um ET perdido na cidade grande, você busca refúgio numa locadora de vídeo, sem prever que ali mesmo, na locadora, irá encontrar a pessoa que dará sentido a sua vida. O amor é que nem tesourinha de unhas, nunca está onde a gente pensa. [...]
E, se eu tivesse que dizer algo coisa para quem estiver lendo agora esse post seria: Seja você! Se ame! Ame seu corpo! Se vista para você! Se divirta! Não rasteje por quem não faz o mínimo de esforço para estar perto de você, destas pessoas só queira uma coisa: distância.
Beijos e abraços,
Marina.
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quinta-feira, 30 de junho de 2016
Depois de você - resenha
Olá!
Quem
me conhece sabe que sou ansiosa. M U I T O!
Portanto,
assim que assisti “Como eu era antes de você”, cujo filme e livro falei para
vocês no post anterior, comprei “Depois de você” ou “Before You” e comecei a
ler entre o horário que chegava da faculdade até a hora que ia dormir (lá pela
meia-noite). Concluí a leitura durante meu intervalo do almoço na sexta-feira
passada
.
Bom,
eu caí em prantos já nas paginas finais e ao terminar ouvi na minha cabeça a
música “there she goes in front of me...”, que está na trilha sonora no filme,
e chorei imaginando a cena inteirinha.
Então
vamos ao que interessa. Adianto que provavelmente esse segundo livro vai ser um
pouco chocante para alguns porque a Lou está um pouco diferente daquela que deu
vida aos dias do Will, está menos ousada nos figurinos e deprimida. Está
vivendo em Londres - sim, ela saiu da cidadezinha que o Will tanto detestava e
foi viver (ou tentar) - e trabalhando como garçonete num bar (pub) que fica no
aeroporto. É, não parece nada animador, não é mesmo? Até parece que estou
falando de outra personagem!
Mas, a autora nos conduz pelo que está
impedindo a Louisa de continuar e permite compreender o que ela está sentido, na
verdade, o que ela não está sentindo e, na busca de sentir ao menos por um
segundo qualquer emoção que seja a Louisa vai ter certas atitudes que não fazem
parte dela – um mecanismo comum quando perdemos alguém que amamos muito.
Nesse ínterim ela sofre um acidente
(que poderia ser fatal), e conhece duas pessoas, o paramédico que a resgata e a
garota chamada Lily (alguém do passado de Will), e essas duas pessoas irão
conduzi-la de volta à vida, não significando que ela tenha amado menos o Will, pelo
contrário.
É interessante observar que, de outro modo,
o Will se faz presente, mas não de uma forma dolorosa, e sim a trazendo de
volta e ela aos poucos vai aprendendo a conviver com esse vazio gigantesco deixado
na vida dela e uma parte se deve ao grupo de ajuda e dessas duas personagens
que citei no parágrafo anterior.
Também não poderia deixar de mencionar
o quanto a leitura desse livro mexeu comigo, digo, eu senti a dor da Lou me
imaginei na situação dela procurei não julgar as atitudes dela, muito embora a
vontade de socar fosse grande rsrs. Ah! Preciso falar do paramédico.
Ele se chama Sam Fieldings, é um homem
íntegro que também passou por uma experiência de perda recente e parece ser
quem melhor entenderá o momento que a Louisa está vivendo e o restante vocês
vão precisar ler para descobrir.
Foi confirmado que "After You" será
adaptado para os cinemas, porém não se sabe quando começarão as gravações
tampouco previsão para lançamento, por isso só nos cabe reler até que
finalmente estreie.
Espero que vocês leiam e me digam o
que acharam.
Beijos e abraços,
M.
sexta-feira, 22 de abril de 2016
Sobre ser intensa
Incrível que quando o universo conspira, não tem jeito.
Ontem estava conversando com minha prima e estávamos justamente falando sobre o conteúdo da foto. Falava que inevitavelmente há um fator identificador em todos aqueles por quem nos interessamos, seja uma característica física ou da personalidade.
E o que realmente me interessa é a pessoa falar sobre chuva de meteoros (que ocorreu ontem),sobre formigas ninjas (só um exemplo esdrúxulo, gente rsrs), sobre seus medos mais engraçados, sobre ter acordado de madrugada e confundido o guarda roupa com a porta e ter feito xixi lá mesmo, sobre o perímetro da lua, sobre a fórmula da penicilina, sobre ter um sinal do tamanho da Oceania próximo da bunda, enfim... como minha prima falou,"Tu gosta de pessoa que te agregue" e ela tá certa, pois é exatamente isso. Não tô dizendo que só os caras ditos "cultos" é que são interessantes, pelo contrário (conheci alguns que eram um pé no saco), mas que não são apenas os amassos que contam, sabe?
É o que você tem a falar e principalmente o que escolhe falar.
Tá na forma de responder a uma simples mensagem instantânea. São essas coisas que tocam ou não.
É o cara dizer prefere o Caetano ao MC Biel e lá pelas tantas começar a cantar "ôh, tô chegando hein! ôh, que que isso, hein? coisa louca".
É dizer que minha forma de pensar não é linear e nem por isso me corrigir.
Assim como no print ao lado, gosto de gente com profundidade, que fala com a emoção de uma mente confusa. Não quero saber de 'e ai'.
Fui!
Beijos e abraços,
M.
domingo, 1 de março de 2015
(Re)start
Às vezes é só uma questão de prestar atenção. Não se culpe por ter olhado na direção errada por tanto tempo porque o mais importante é que finalmente se deu conta de que a posição geográfica não é bem o seu forte.
A esquerda e a direita depende da posição em que você se encontra, não é?
Ouvi dizer que o mais importante não é a chegada, é a busca do caminho.
Se perca, se ache, só não perca a vontade de procurar (seja lá o que for).
segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Castelos de legos
Faz muito tempo que venho tentando digitar qualquer coisa diferente do que costumo cotidianamente, mas por algum tipo de bloqueio tenho sido impedida. Ao mesmo tempo que sou muito transparente através de expressões faciais e nos diálogos abertos com os amigos, através da linguagem escrita tenho sentido certa dificuldade, uma que nunca tinha sentido. Deve ser em razão do afastamento desse meu cantinho que me faz tão bem.
Enfim, hoje resolvi tentar tirar um pouco dos bilhões de sentimentos que me atormentam há meses e, por motivos de que estamos na internet, não citarei nenhum nome. Combinado?.
Janeiro de 2014. Conheci por acaso um rapaz, que a princípio, parecia ter me confundido com alguém e eu me fingindo de "entendida" sorri, lá pelas tantas já estava bêbada das luzes da boate (é, elas costumam me deixar tonta rsrs). No decorrer do papo ele me ganhou com uma piada e eu que sou "besta pra rir" simpatizei com o dito cujo e ficamos nesta noite, ele pediu meu telefone e fui para casa achando aquilo tudo muito engraçado porque esse tipo de comportamento ainda me parecia distante do usual para uma menina recém saída do mundo de corações e flores.
No dia seguinte o acontecido já tinha virado história para boi dormir e não acreditava que sequer teria salvo meu número no celular, mas à noite ele entrou em contato e começamos à conversar.
Decidi que seria apenas "one night stand" e nada mais, no entanto não me ensinaram a blindar meu coração ou a não me apegar rápido demais.
Decidi que seria apenas "one night stand" e nada mais, no entanto não me ensinaram a blindar meu coração ou a não me apegar rápido demais.
(Para quem não me conhece sou 8 e 80, frio e quente, preto-branco e degradê, ou toca ou não toca)
E me envolvi bem mais do que tinha em mente e o fim da história vocês já sabem, certo?
Parece que minha mente montou um castelo de legos na minha cabeça e no meu coração e esta que vos escreve se vê mais perdida que cego em tiroteio.
Consegui concatenar isso de modo tão simples que tô orgulhosa de mim! Parece que aos poucos as palavras estão voltando. Finalmente!
O fato é que se ele gostar de mim vai ter que ficar com essa pessoa imperfeita e louca de pedra, mas se não gostar não há muito o que se possa fazer. Apenas desejar que quando lembrar de mim não veja como mais uma na coleção, mas como alguém que fez diferença nem que seja por cinco minutos.
Grandes e imensos beijos,
sábado, 19 de abril de 2014
Pimenta nos olhos dos outros é refresco
Quando estava no ensino médio,conheci uma garota chamada Júlia, nunca fomos amigas apenas conhecidas, porém simpatizava com ela, me transmitia uma luz boa( não, eu não sou exotérica,nem mística,mas essas coisas são bem legais de certo modo). Foi então que ano passado soube que essa garota tinha falecido,não por causa natural ou doença, mas porque ela tinha tirado a própria vida. Fiquei horrorizada! Uma garota de 17 anos, linda, com toda uma vida pela frente tinha se matado assim? Era muito egoísmo para uma pessoa que me transmitia tanta coisa boa.
Na verdade ela estava sendo vítima de chantagens virtuais, e o chantageador era um ex que havia filmado-a enquanto tiveram relações sexuais. - Não filmem e não deixe serem filmadas! Hoje ele é o amor a sua vida, amanhã pode ser o seu chantageador. Não é paranoia, é um conselho. Momentos como estes não precisam ser filmados. - O vídeo deles se espalhou como viral e muitas pessoas viram, ela não aguentou os julgamentos, as palavras de ofensa, a vergonha que fez a família passar e resolveu aliviar o sofrimento de todos. Ela só não teria como medir que ao fazer isso, mataria todos de uma só vez.
Certa vez Durkheim disse que o suicídio é o atestado de que uma determinada sociedade ou instituição, a família por exemplo, falhou, e, portanto choca tanto. Ele tinha toda a razão.
Fico me perguntando, se a sociedade fosse menos hipócrita se isso teria acontecido,com certeza não. Hipocrisia sim porque todo mundo sabe que os jovens iniciam sua vida sexual mais cedo, que por estarem numa fase de descobertas não sabem o que fazem, nem com quem fazem. Estão descobrindo o que gostam, o que querem e quem são, como alguém tão imaturo pode ser culpado por se descobrir? Não sou a favor de que meninas muito novas saiam por ai transando com o primeiro ou primeira que encontrarem na rua, e por isso as mães DEVEM ensiná-las ou elas vão aprender sozinhas. Não adianta ficar oprimindo, fazendo-as vestir roupas compridas ou institucionalizar o sexo após o casamento. Não vai rolar! Ela vai casar com o primeiro só para poder transar e não se sentir tão culpada e vai aguentar um casamento falido porque disseram para ela que tinha que ser para vida toda. Desculpe dizer, mas não estamos mais no século XVIII e já faz tempo isso.
Talvez se o garoto não tivesse espalhado o vídeo, ou se alguém tivesse prestado atenção ao comportamento que a Júlia vinha apresentando seria tudo diferente, porém isso nós nunca iremos saber. Viver na pele são outros quinhentos, não é? Protejam seus filhos,eduque-os e preste atenção a cada suspiro diferente que ele der, muitos não conseguem falar o que sentem de uma vez, mas quem sabe aos poucos, ganhando terreno ele fale o que está incomodando. Ok?
Beijos e abraços!
PS.: Boa Páscoa para todos!! Que o recomeço recomece a cada novo abrir e fechar de olhos para todos nós!
Na verdade ela estava sendo vítima de chantagens virtuais, e o chantageador era um ex que havia filmado-a enquanto tiveram relações sexuais. - Não filmem e não deixe serem filmadas! Hoje ele é o amor a sua vida, amanhã pode ser o seu chantageador. Não é paranoia, é um conselho. Momentos como estes não precisam ser filmados. - O vídeo deles se espalhou como viral e muitas pessoas viram, ela não aguentou os julgamentos, as palavras de ofensa, a vergonha que fez a família passar e resolveu aliviar o sofrimento de todos. Ela só não teria como medir que ao fazer isso, mataria todos de uma só vez.
Certa vez Durkheim disse que o suicídio é o atestado de que uma determinada sociedade ou instituição, a família por exemplo, falhou, e, portanto choca tanto. Ele tinha toda a razão.
Fico me perguntando, se a sociedade fosse menos hipócrita se isso teria acontecido,com certeza não. Hipocrisia sim porque todo mundo sabe que os jovens iniciam sua vida sexual mais cedo, que por estarem numa fase de descobertas não sabem o que fazem, nem com quem fazem. Estão descobrindo o que gostam, o que querem e quem são, como alguém tão imaturo pode ser culpado por se descobrir? Não sou a favor de que meninas muito novas saiam por ai transando com o primeiro ou primeira que encontrarem na rua, e por isso as mães DEVEM ensiná-las ou elas vão aprender sozinhas. Não adianta ficar oprimindo, fazendo-as vestir roupas compridas ou institucionalizar o sexo após o casamento. Não vai rolar! Ela vai casar com o primeiro só para poder transar e não se sentir tão culpada e vai aguentar um casamento falido porque disseram para ela que tinha que ser para vida toda. Desculpe dizer, mas não estamos mais no século XVIII e já faz tempo isso.
Talvez se o garoto não tivesse espalhado o vídeo, ou se alguém tivesse prestado atenção ao comportamento que a Júlia vinha apresentando seria tudo diferente, porém isso nós nunca iremos saber. Viver na pele são outros quinhentos, não é? Protejam seus filhos,eduque-os e preste atenção a cada suspiro diferente que ele der, muitos não conseguem falar o que sentem de uma vez, mas quem sabe aos poucos, ganhando terreno ele fale o que está incomodando. Ok?
Beijos e abraços!
PS.: Boa Páscoa para todos!! Que o recomeço recomece a cada novo abrir e fechar de olhos para todos nós!
quinta-feira, 6 de março de 2014
Poesia ou pornografia?
quinta-feira, 17 de outubro de 2013
É preciso andar antes de correr
O título da postagem é uma frase dita por Christian Grey que o seu médico costumava dizê-lo, e não vejo outra maneira senão esta de iniciar essa postagem. Pois é caminhando que se chega a algum lugar.
Eram duas da manhã de hoje, quando acabava de terminar a leitura do terceiro livro da trilogia 'Cinquenta Tons' de E. L. James.
Ao contrário do que ouvi dos livros, e, especificamente o primeiro, eu amei de cara. Uma empatia
instantânea, talvez por minha afinidade pessoal em psicologia, analisar as
ações humanas e dotá-las de significado, talvez...
Para começar, a de se
convir que os livros não possuem grande requinte literário a espelho de outras obras da
literatura inglesa. A de se ter também em vista que muitas dessas obras inglesas foram
escritas em outras épocas, o que se precisava ser dito e da maneira como eram vistas nestas épocas.
Cinquenta Tons é uma
leitura que me desafiou desde o primeiro capítulo, porém fui me rendendo à Anastásia, seu jeito atrapalhado e olhar ingênuo que me lembraram de alguém
que conheço bem, a mim mesma.
O primeiro livro da
trilogia trata-se do encontro deles e o instantâneo fascínio mútuo,
a relutância dela em aceitar seus sentimentos por ele e vice e versa. Desse modo fica resumido, cru demais, mas a autora amarra essa trama tão bem que me fez não
desgrudar um mísero instante do livro a ponto de perder a noção do tempo
enquanto lia,não queria fazer outra coisa a não ser me divertir com a Ana e o Grey.
Claro que não posso
deixar de avisar aos desavisados que se trata de uma literatura permeada de
sensualidade e hedonismo, mas também dotada de sentimentos puros que as
personagens vão descobrindo (Christian em específico). Sentimentos esses que
desnudam Christian e explicam, no segundo e no derradeiro livro, os motivos por
ele agir de tal modo e a decisão drástica que toma a fim de manter o que pensou
que jamais teria, uma relação comum.
Essa estimulante descoberta dos dois talvez seja o que me motivou a não parar de ler. Ver o quão bonito foi como a autora conduziu esse
enredo,me dá vontade de escrever para que ela prossiga escrevendo sobre eles, já era como se eles fizessem parte da minha rotina. -Risos-
Esse texto não se trata
de uma análise pormenorizada do livro, até porque não acho de bom tom contá-lo integralmente e estragar a surpresa, e muito menos uma crítica acerca das
discussões que a autora criou com seus livros. Até porque na minha apreensão
isto serve apenas como pano de fundo para o desenrolar da estória, desse conto de fadas como a E. L. James mencionou numa entrevista à revista VEJA em setembro de 2012, e permear o
imaginário do leitor(em sua maioria mulheres) de imagens ditas como erradas,
que durante séculos de repressão foram varridas para os recônditos de suas mentes.
Portanto, não posso
evitar o provável julgamento de vários ao lerem esse post, assim como não
poderia deixar de escrever. Enquanto as pessoas viverem subjugadas sob a opinião
dos outros e não emitirem a sua própria opinião a respeito das coisas desde as
mais ínfimas, nunca poderão ter uma decisão acertada e ponderada sobre o mundo
e sobre as coisas. Acredito que só se possa conhecer algo de fato se deixar
permitir a isso, e usando as sábias palavras ditas por Padre Claudio na homilia
que ele por sua vez tomou emprestado de Madre Tereza, se você julga, nunca
poderá amar, pois terá perdido muito tempo.
Realmente espero que quem
leia esse texto, se inspire e leia o que tem curiosidade e não o faz porque o
colega disse que era chato todos tem direito de emitir sua opinião, agora você
se privar de ter a sua baseada na de outro, aí já é tolice.
Aaaah! Espero
ansiosamente a escolha dos atores para o filme. Postarei aqui assim que
decidirem os atores definitivos, pois já mudaram diveeeeeersas vezes (minha
ansiedade só aumenta!!).
Beijos e abraços!
| Baunilha ♥ - leiam e entenderão! |
Ps. Já sinto saudade das
palavras espertas do Sr. Grey e de todo seu charme.
Ps2. Claaaro que vou
reler os livros,só vou dar um tempo e quando a saudade bater, será sempre muito bom rever o Sr. Grey e Ana.
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quarta-feira, 25 de setembro de 2013
Tenho postado pouco
Em detrimento da faculdade, que é o meu sonho, bem verdade que há dias em que ela é meu pesadelo, trabalho em cima de prova e pequisa. Ufa! Coitada de mim! Eu, bancando a vítima, pra variar! kkkk
Sim... Achei um texto no blog do Lucas(Silveira) que é bem o que eu venho tentando escrever e não tenho conseguido seja por falta de tempo ou de "tato" com as palavras.
Aproveitem as palavras lindas dele!
Tenho escrito menos
Sim... Achei um texto no blog do Lucas(Silveira) que é bem o que eu venho tentando escrever e não tenho conseguido seja por falta de tempo ou de "tato" com as palavras.
Aproveitem as palavras lindas dele!
Tenho escrito menos
E vivido um pouco mais. A literatura de meus dias perdeu o caráter de micro conto, por isso não mais os tantos posts. Virou romance que não mais se capitula em poucos parágrafos. Muitas vezes abandonei em branco o texto, pois olhava, míope, para dentro de mim e nada via senão o nebuloso vulto da ulceração que ainda gritava em vermelho. Precisava encontrar um caminho para a superfície, mas no fundo daquele poço encontrei um par de lentes.
O romance nos desafia a convicção, por vezes tira a paciência, e pode até nos subtrair alguns anos da vida, mas quando é que alguém, por um segundo que fosse, cogitou – a sério – viver sem ele? Nossas aspirações vão, cada vez mais, aproximando-se da realidade; a gente passa a prometer menos, mentir menos, e chega até a achar que, dessa vez, erraremos menos, por julgarmos saber onde escondem-se todas as bombas desse campo minado. Nem preciso lembrar que a única certeza no romance é a de se estar eternamente em apuros, saracoteando as pernas para não se deixar afundar totalmente no obscuro e indecifrável oceano que é a vida daquela pessoa com a qual estamos de mãos dadas.
Em apuros pois é perigoso. É perigoso porque a gente arrisca. E a gente arrisca porque quer. Ninguém nos obriga a viver o amor, mas a gente ama vivê-lo. Ninguém nos obriga a sentir as mesmas dores de novo, mas a gente se quebra em mil pedaços para sentir o prazer na cura. A gente acha que pode viver sem, mas as palavras soluçadas no fim de uma noite ébria evidenciam o que, para todos ao nosso redor, já era óbvio: estamos fodidos.
Em apuros não estou só eu, estamos todos nós, meus caros. Romance é o que se persegue pelas esquinas, que foge à luz dos postes, e ele está bem. Em perigo estamos nós, nesse apuro que reside na nossa urgência em vivê-lo. Vivê-lo, mesmo que torto, inacabado, ferido, precipitado, errado, proibido, ou impossível. Vivê-lo de verdade, com intensidade e sem escudos. Como deve ser, e como inevitavelmente é, quando nosso coração nos dá aquela única e inevitável rasteira que nos faz quicar no chão.
Viver o romance é estar em apuros.
Estou vivendo, e não quero ser salvo.
Lindo, não? Lucas, se você um dia ler meu blog(pense na felicidade da garota), acho que deveria pensar em colocar esses contos em livro, se é que já não pensou já que sua cabeça é a mil por hora.
Pessoas lindas, eu me apaixono cada dia por tudo o que vejo e principalmente pelo que eu aprendo. Para muita gente a universidade é só um obstáculo a ser vencido,mas eu tentarei e tento extrair o máximo que posso de cada coisa que me é dita pelos professores ou por alunos em períodos a minha frente. A vida é uma travessia tão bonita, é um romance como bem disse o Lucas. Eu encontro o amor da minha vida e não largo dele mais, e a vida é assim, ela é dada a você e não te larga mais, pois então viva, cara!! Larga de ser frouxo (como todo o respeito) e vive!!
Larga de ser frouxa, Mari! Digo isso a mim mesma todos os dias! A vida é feita para os que tem atrevimento e não pra os que se escondem atrás dos cabelos ou da "maquiagem".
Beijos e abraços.
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domingo, 21 de julho de 2013
Presente de aniversário
A música se chama "lebruce" do Visconde - diz muito sobe mim.
Happy 20 years! ♥
segunda-feira, 1 de julho de 2013
Ressaca filosófica
Não consigo escrever sobre mim honestamente há tempos.
Escrevo,escrevo,escrevo e nada parece ser verdadeiro,parece que não sou eu quem está escrevendo,não mais aquela menina que três anos atrás criou esse blog para postar sobre o que ela quisesse ou estivesse sentindo.
Essa menina ainda existe,ela conversa com as amigas,se abre,mas não consegue por no papel toda essa áurea que a ilumina e a faz ver beleza em cada novo dia que aponta no horizonte.
No meio da multidão que cantava os sucessos da Falamansa no sábado me senti só,senti saudade de ter alguém ao meu lado para dançar agarradinho aquele danado de bom forró pé-de-serra,alguém mais que um amigo,alguém que nem precisasse ter um rótulo de 'namorado'para saber que nossas almas haviam se encontrado na vida. Aquele encontro que flui,um fluxo perfeito de dois corpos que não mais sabem viver sem o cheiro do outro.
Tô pronta para me jogar de cabeça de novo. Só falta . . .
Então como diz a música: "Spend more time living" e é isso que estou fazendo.
Beijos e abraços
Escrevo,escrevo,escrevo e nada parece ser verdadeiro,parece que não sou eu quem está escrevendo,não mais aquela menina que três anos atrás criou esse blog para postar sobre o que ela quisesse ou estivesse sentindo.Essa menina ainda existe,ela conversa com as amigas,se abre,mas não consegue por no papel toda essa áurea que a ilumina e a faz ver beleza em cada novo dia que aponta no horizonte.
No meio da multidão que cantava os sucessos da Falamansa no sábado me senti só,senti saudade de ter alguém ao meu lado para dançar agarradinho aquele danado de bom forró pé-de-serra,alguém mais que um amigo,alguém que nem precisasse ter um rótulo de 'namorado'para saber que nossas almas haviam se encontrado na vida. Aquele encontro que flui,um fluxo perfeito de dois corpos que não mais sabem viver sem o cheiro do outro.
Tô pronta para me jogar de cabeça de novo. Só falta . . .
Então como diz a música: "Spend more time living" e é isso que estou fazendo.
Beijos e abraços
domingo, 23 de junho de 2013
Ah,Itália,Dio Mio!!
Estava com muita vontade de assistir um filme,sempre faço isso quando preciso arejar minhas ideias, e meu irmão sugeriu um de suspense,mas não gosto de assisti só,portanto pensei em procurar filmes que se passam na Itália,pesquisei e entre uma série de filmes achei esse e a sinopse me atiçou a curiosidade. Se chama 'Sob o sol da Toscana',filme inspirado no romance homônimo de Francis Mayes,o qual quero ler urgentemente.
As imagens,a música,a comida tipicamente italiano por si só já vão deixar vocês com vontade de ver,eu espero (:
É um filme que me fez ver que às vezes a nossa vida só está como uma torneira com tubulação enferrujada,basta trocar a tubulação e a água vai jorrar! Vai sim,acredita!
As imagens,a música,a comida tipicamente italiano por si só já vão deixar vocês com vontade de ver,eu espero (:
A história não é clichê,a escritora tinha um marido,carreira e era feliz,descobre que era traída e que o marido na verdade nunca lhe amou. Perde a casa para ele e a amante,vai morar num prédio onde só moram divorciados,fica deprimida e as amigas a presenteiam com uma excursão pela Itália,onde ela compra uma casa por impulso,reforma a casa,vive,enfim... se eu disser mais vou contar todo o filme e não terá graça.
É um filme que me fez ver que às vezes a nossa vida só está como uma torneira com tubulação enferrujada,basta trocar a tubulação e a água vai jorrar! Vai sim,acredita!
Cai entre nós,os italianos...são de tirar o fôlego,não?! Risos.
Beijos
Ps. A boa receita para a autora do livro e para a protagonista(são a mesma pessoa ^^) é comida,amigos e sol.
Ps2. Quando eu for à Itália com toda a certeza irei conhecer a região da Cortona,Toscana,onde fica a casa que a Francis comprou.
Ps3. Quero conhecer o local onde o senhor todos os dias ia colocar as flores e sentir o aroma daqueles campos floridos! Si Si!
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Carnavália
“Quanto a mim, acho que estou muito bem. Poucas vezes me senti assim. Pela primeira vez estou comandando completamente a minha própria vida.”
(Caio Fernando Abreu)
O carnaval vai deixar saudades para muita gente.Inclusive para mim...O ano agora sim pode começar! Vem com tuuuudo!
Beijos e abraços de uma quarta-feira de cinzas molhada aqui na ilha.
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