" Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte !" (Konrad Adenauer)
quarta-feira, 18 de maio de 2011
domingo, 15 de maio de 2011
Na cozinha
Eu não sou nenhuma Ana Maria Braga ou chefe de cozinha,mas resolvi tentar a sorte com uma receita bem fácil e que eu sempre tive vontade de provar:, a da panqueca americana.
Vocês podem testar em casa também,é ótima e bem divertida de fazer. (: E também seguindo o entusiasmo da Claudinha do 2 Altos!.
Onde encontrei a receita bem prática: http://recemcasada.com.br/?s=panqueca+americana
Ingredientes:
- 2/3 xícara (chá) de farinha- 1/4 xícara (chá) de açúcar
- 1/4 xícara (chá) de leite
- 1 ovo
- 1/2 colher (café) de fermento
- Manteiga
Modo de preparo:
Misture a farinha, o açúcar, o leite e o ovo com o fouet(batedor de ovos) até obter uma massa homogêna.
Acrescente o fermento e misture bem.
Unte a frigideira com manteiga e coloque uma concha de massa para fritar em fogo baixo.
Deixe fritar até a superfície encher de bolhas.
Com a espátula, verifique se as bordas estão soltando. Se sim, vire a panqueca.
Depois de um tempo, verifique com a espátula se o outro lado está pronto.
Sirva quente com manteiga, mel, geléia, doce de leite ou calda doce de sua preferência.
Acrescente o fermento e misture bem.
Unte a frigideira com manteiga e coloque uma concha de massa para fritar em fogo baixo.
Deixe fritar até a superfície encher de bolhas.
Com a espátula, verifique se as bordas estão soltando. Se sim, vire a panqueca.
Depois de um tempo, verifique com a espátula se o outro lado está pronto.
Sirva quente com manteiga, mel, geléia, doce de leite ou calda doce de sua preferência.
Claro que eu não podia deixá-los sem ver o meu resultado. No site que eu pesquisei vai ter um vídeo explicando passo a passo,mas seguindo a receita não tem mistério,é mole. Se fizerem,por favor comentem aqui e mandem o link para eu ver também,ok?
Ps: Eu fiz uma calda bem rápida de chocolate para servir por cima,mas coloque qualquer geléia ou complemento de sua preferência.
Ah! Sabem aquelas panquecas que a gente vê nos filmes americanos bem mais grossas que as nossas e super fofinhas aonde eles colocam um tipo de melado por cima e decoram com morangos, bananas, etc? Eis a receita:
350 gramas de farinha
3 colheres de chá de fermento em pó350 gramas de farinha
1 colher de sopa de açúcar
1 colher de chá de sal
300 ml de leite
1 ovo
3 colheres de sopa de manteiga derretida
Modo de preparo:
Em um recipiente coloque todos os ingredientes secos (farinha, fermento, açúcar e sal). Mexa bem com uma colher para misturá-los. Faça um buraquinho no centro da tigela e acrescente o leite, ovo e a manteiga derretida. Mexa bem até que tudo fique bem incorporado e a massa homogênea. Use um fouet (batedor de ovo manual), se necessário!
Aqueça uma frigideira e passe manteiga de modo que seu fundo fique untado. Pegue mais ou menos meia concha da massa e derrame do meio da frigideira (não precisa espalhar a massa pela frigideira como na panqueca convencional). Deixe dourar de um lado. Assim que começar a borbulhar a superfície ou você perceber que a panqueca soltou do fundo da frigideira, vire-a para fritar o outro lado. Retire e sirva!
Fica ótima com manteiga, geléia, mel, requeijão e o que mais sua criatividade quiser!
Dica:
Essa panqueca fica bem grossinha. Nem se compara a nossa que parece um papel de tão fina.
Se precisar, acrescente mais leite para que fique na consistência correta (caia da colher com um pouco de dificuldade).
Se precisar, acrescente mais leite para que fique na consistência correta (caia da colher com um pouco de dificuldade).
Vou fazer esta depois e postarei as fotos para vocês! Essa última peguei do site: http://www.cucinadijuliana.com.br/search?q=panqueca+americana
Bom apetite!
Beijos e abraços,
marilimab.
terça-feira, 3 de maio de 2011
Dancing...
Ora pois esse programa é especializado em artistas nacionais,com clipes,informações,enriquecido de cultura sem deixar de lado o sotaque pernambucano que eu invejo com todas as minhas forças rs.
Tenho apresso imeeeeeeenso e amo,amo,muuuuuuuito o sotaque dele.
Ele tem uma música que me faz sentir tão tão tão bem,leve e me faz querer pegar um fusquinha que nem o dele no clipe e sai por esse Brasilzão,chama-se 'canção que não morre no ar',lindíssima.
Confiram,aqui:
Ela é a Alice Braga e o artista do clipe é o Thiago Pethit com sua música muito fofa chamada 'nightwalker',que aqui está:
Espero que gostem!
Beijos e abraços,
marilimab.
terça-feira, 26 de abril de 2011
Confusa
É pensando nos homens que eu perdoo aos tigres as garras que dilaceram.
(Florbela Espanca)
Essa frase me captou por uns segundos e vi que ela se encaixa perfeitamente sobre o que estive pensando nessas horas desse dia,longo.Vou perguntar-lhes,por exemplo se vocês tivessem uma grande amiga,de muito tempo e de uns tempos para cá,ela vem tendo um comportamento estranho,digamos até temperamental.
Com os outros é uma flor,mas contigo,que é(pra ser) a melhor amiga e blá,simplesmente trata com descaso e faz pouco caso. Alega que você não é mais a mesma,que anda rude,sendo que ok,pode até ter se alterado em algum momento,mas não a ponto dela usar isso como motivo. O que pensariam?
Com os outros é uma flor,mas contigo,que é(pra ser) a melhor amiga e blá,simplesmente trata com descaso e faz pouco caso. Alega que você não é mais a mesma,que anda rude,sendo que ok,pode até ter se alterado em algum momento,mas não a ponto dela usar isso como motivo. O que pensariam?
Deve haver algo de errado com essa criatura,pois,suponhamos que essa amiga seja solicita,expontânea,tola em alguns momentos,mas ela é sempre assim,sempre ela,sem fingimentos.
Até compreendo,pode estar passando maus bocados em casa,mudança de pensamento,mudança interior,a idade e tudo o mais,porém creio que esses emaralhados sejam apenas desculpas para não aceitar o fato de que talvez ela não seja mais "aquela". E que talvez não precise mais da amiga solidária.
Não é?
Não é?
...
Se sentirem-se à vontade,podem opinar. O blog também é de vocês!
Beijos e abraços,
marilimab.
domingo, 17 de abril de 2011
Música de fim de tarde na varanda
Eu deixo tudo pra você
Já que eu não quero mais
Eu deixo tudo pra você
Já que levou minha paz ... ♪
(Esteban-tudo pra você)
Beijos,
marilimab.
Já que eu não quero mais
Eu deixo tudo pra você
Já que levou minha paz ... ♪
(Esteban-tudo pra você)
Beijos,
marilimab.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Nem a rosa,nem o cravo... parte 2
Jamais as tardes seriam doces e jamais as madrugadas seriam de esperança. Jamais os livros diriam coisas belas, nunca mais seria escrito um verso de amor. Sobre toda a beleza do mundo, sobre a farinha e o pão, sobre a pura água da fonte e sobre o mar, sobre teus olhos também, se debruçaria a desonra que é o nazifascismo, se eles tivessem conseguido dominar o mundo. Não restaria nenhuma parcela de beleza, a mais mínima. Amanhã saberei de novo palavras doces e frases cariciosas. Hoje só sei palavras de ódio, palavras de morte. Não encontrarás um cravo ou uma rosa, uma flor na minha literatura. Mas encontrarás um punhal ou um fuzil, encontrarás uma arma contra os inimigos da beleza, contra aqueles que amam as trevas e a desgraça, a lama e os esgotos, contra esses restos de podridão que sonharam esmagar a poesia, o amor e a liberdade!
Jorge Amado
O texto acima foi publicado no jornal "Folha da Manhã", edição de 22/04/1945, e consta do livro "Figuras do Brasil: 80 autores em 80 anos de Folha", PubliFolha - São Paulo, 2001, pág. 79, organização de Arthur Nestrovski.
Nem a rosa,nem o cravo... parte 1
As frases perdem seu sentido, as palavras perdem sua significação costumeira, como dizer das árvores e das flores, dos teus olhos e do mar, das canoas e do cais, das borboletas nas árvores, quando as crianças são assassinadas friamente pelos nazistas? Como falar da gratuita beleza dos campos e das cidades, quando as bestas soltas no mundo ainda destroem os campos e as cidades?
Já viste um loiro trigal balançando ao vento? É das coisas mais belas do mundo, mas os hitleristas e seus cães danados destruíram os trigais e os povos morrem de fome. Como falar, então, da beleza, dessa beleza simples e pura da farinha e do pão, da água da fonte, do céu azul, do teu rosto na tarde? Não posso falar dessas coisas de todos os dias, dessas alegrias de todos os instantes. Porque elas estão perigando, todas elas, os trigais e o pão, a farinha e a água, o céu, o mar e teu rosto. Contra tudo que é a beleza cotidiana do homem, o nazifascismo se levantou, monstro medieval de torpe visão, de ávido apetite assassino. Outros que falem, se quiserem, das árvores nas tardes agrestes, das rosas em coloridos variados, das flores simples e dos versos mais belos e mais tristes. Outros que falem as grandes palavras de amor para a bem-amada, outros que digam dos crepúsculos e das noites de estrelas. Não tenho palavras, não tenho frases, vejo as árvores, os pássaros e a tarde, vejo teus olhos, vejo o crepúsculo bordando a cidade. Mas sobre todos esses quadros bóiam cadáveres de crianças que os nazis mataram, ao canto dos pássaros se mesclam os gritos dos velhos torturados nos campos de concentração, nos crepúsculos se fundem madrugadas de reféns fuzilados. E, quando a paisagem lembra o campo, o que eu vejo são os trigais destruídos ao passo das bestas hitleristas, os trigais que alimentavam antes as populações livres. Sobre toda a beleza paira a sombra da escravidão. É como u'a nuvem inesperada num céu azul e límpido. Como então encontrar palavras inocentes, doces palavras cariciosas, versos suaves e tristes? Perdi o sentido destas palavras, destas frases, elas me soam como uma traição neste momento.
Mas sei todas as palavras de ódio, do ódio mais profundo e mais mortal. Eles matam crianças e essa é a sua maneira de brincar o mais inocente dos brinquedos. Eles desonram a beleza das mulheres nos leitos imundos e essa é a sua maneira mais romântica de amar. Eles torturam os homens nos campos de concentração e essa é a sua maneira mais simples de construir o mundo. Eles invadiram as pátrias, escravizaram os povos, e esse é o ideal que levam no coração de lama. Como então ficar de olhos fechados para tudo isto e falar, com as palavras de sempre, com as frases de ontem, sobre a paisagem e os pássaros, a tarde e os teus olhos? É impossível porque os monstros estão sobre o mundo soltos e vorazes, a boca escorrendo sangue, os olhos amarelos, na ambição de escravizar. Os monstros pardos, os monstros negros e os monstros verdes.
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