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segunda-feira, 9 de abril de 2018

Sob pressão

Bom, se você chegou aqui agora, seja bem-vindo e assim como saludo os demais frequentadores deste singelo blog.
Queria falar, desde ontem, com você que abdicou de algo ou precisou "parar" algum tempo para alcançar determinado objetivo (um concurso, emprego, o que for). Preciso te falar que essa fase de angústia, essa ansiedade, vai passar, tudo vai dar certo, mas, para isso você precisa continuar fazendo sua parte (estudando, trabalhando..) e as coisas naturalmente vão acontecer.
Sei que soa cliché e até hipócrita dizer isso, porém foi a única forma de manter sã até o presente momento.
Tentei ao máximo e venho tentando me situar no momento presente e não deixar minha mente vagar sobre futuros imaginários, o que é a fonte de todos os pensamentos ruins subsequentes e daquela sensação martirizante de que você não tem controle de absolutamente nada. N-A-D-A.
Ontem me submeti a um dos dias mais extraordinários da minha vida, um dos dias que me fiz mais presente em cada momento vivido, em que exercitei minha mente para ficar naquele mesmo lugar por quase 05 (cinco) horas. E foi realmente desafiador, entretanto, se você não se distrai facilmente, isso não serve para você.
Ainda não alcancei meu objetivo por inteiro, apenas uma parte , mas senti que derrotei 3 (três) dragões da Khaleesi  (GOT feelings). rsrs 
Agora pasme, a lista oficial dessa primeira etapa só sai daqui duas semanas. Gueenta, coração!
Enquanto não sai a lista, vou mergulhar nos estudos da próxima etapa e tentar não alimentar pensamentos negativos (fazer casa de boas intenções, sabe como é? Pois é.).

"Tô fazendo minha parte, um dia eu chego lá."


Beijos e boa semana!

segunda-feira, 19 de março de 2018

Contatinho ?

Não tenho paciência para quem me quer de reserva, sou atacante, sou meio de campo, matriz, não nasci para ser filial. 
Sem saco para os "hahaha" por não saber o que falar, não quer responder, não responde! Simples assim. 
Engraçado é que a gente racionaliza tudo isso, mas insiste em cada 0 a esquerda que aparece... Ô! Talvez seja essa recém fundada cultura do "ser trouxa", parece que está em voga fazer-se parecer bobo quando sabe-se que está entrando numa fria o tempo inteiro. 
Aqui está uma boa linha de pesquisa para os estudiosos da área. Quem sabe...
Só sei que a gente tem mesmo é que se divertir com esses limões que surgem e fazer uma boa caipirinha com aquela cachaça boa porque perder tempo com eles é que não rola.   

Beijos,

M.

Pressão de ser "alguém"

Bom, se tu já tens mais de 18 anos é bom ir se preparando para as cobranças porque elas nunca mais deixarão de incomodá-lo(a). 
Há uma crença equivocada de que ao se completar 18 anos adquire-se o total controle da sua vida, a famosa independência. Mas, o que não lhe contam é que essa famigerada liberdade só será entregue  quando puderes se sustentar (em todos os sentidos!) e que de nada adianta completar mais uma primavera se tu não sabes o que fazer com todas as implicações que dela advêm.
Não, eu não tenho mais dezoito anos, caro leitor.
Não sei se gostaria (HELL NO!) de tê-lo novamente, estou feliz com as minhas conquistas e fracassos. (!!!)
Do alto dos meus VINTE E QUATRO ANOS (sei que não é muito, para alguns), experienciei momentos que estão ajudando a construir a mulher que quero ser, afinal todos estamos inacabados, não-terminados, insatisfeitos com algo que ainda não conseguimos conquistar, sempre querendo mais por mais distante que pareça estar.
Estou num momento de novas descobertas, de estreia no mundo de "gente grande", aquelas pessoas míticas que quando criança achava que fossem muito mais velhos e sábias.
Sabe de uma coisa? Não é nada disso. Não me considero sábia tampouco velha, talvez menos ingênua, uma vez que desmitifiquei muitas coisas que me contaram, confirmei outras tantas e simplesmente me sinto honrada dos passos que estou dando, da feitura da minha vida, sabe essa sensação?
Essa paranoia de atingir o inatingível, de preencher as expectativas alheias, é o caminho mais rápido para frustração e quanto mais cedo perceberes isso, melhor.
Se preocupe em se encontrar na vida, sem a pressão de ser isso ou aquilo, tente manter sua saúde mental, ser feliz apesar dos obstáculos e perceber que são os tropeços que te tornam um bom navegador.
Mar calmo nunca fez bom marinheiro.  Não é assim que costumam dizer? Pois bem.

Era isso.

XXXX

domingo, 25 de fevereiro de 2018

Assim "caminha" a humanidade

Uma vez a internet foi ponte para inúmeras pessoas atravessarem, inclusive para a construção e desenvolvimento de relacionamentos, fossem amorosos ou não. 
Todavia, o que se observa ultimamente é um total distanciamento, completa falta apatia social.
Parece que a plataforma que, anteriormente, fora desenvolvida para encurtar distâncias só as tem alargado exponencialmente. 
Este é um comportamento possível de ser (melhor) percebido entre os jovens entre 16 e 31 anos, geração que cada vez menos se comunica sem o auxílio dos aplicativos. 
Tantos apps (aplicativos, como é popularmente utilizado) são criados para a interação social, contudo, nos locais onde estes jovens deveriam interagir entre si a presença de smartphones é uma constante, quase como se o momento vivido e não compartilhado não tivesse valor algum. 
Ou será que são os valores que estão sendo modificados? Sem sombra de dúvidas, a questão é: será esta mudança positiva ou negativa? 

...

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Joguinho? Nem de videogame eu gosto

Há quem goste de fazer mistério e há quem prefira ser objetivo. Eu, com toda a certeza, estou no segundo time. 
Costumo abordar esse assunto em roda de amigos e ouço bastante reclamação tanto da ala feminina quanto da masculina em relação ao "joguinho". 
Essa forma de "demonstrar" interesse com desinteresse. Demorar a responder uma mensagem para não parecer que está querendo muito, mas também não demorar tanto para não parecer que está desinteressado.  - Qual seria a medida exata, então? 
Olha, para mim isto é simples: Se olhei um rapaz e o achei interessante, digo a ele, se não quero digo também. Nada mais injusto do que prender alguém à você por ego ou seja lá o que for. 
Quando se quer alguém de verdade não há espaço para fingir desinteresse ou julgar a conduta do outro. 
Claro que devemos controlar a ansiedade, pois as relações precisam de tempo para maturar. No entanto, ultimamente essa pressa em viver tudo que há para viver (Lulu Santos feelings) está suprimindo a fase de conhecer o território, de conhecer melhor o outro, de desnudar a alma porque ao mesmo tempo em que fingimos desinteresse querendo dizer que estamos afim, não queremos perder tempo "esquentando banco", estamos em constante busca pela próxima paixão efervescente. E quando as bolhas se esvaem, acaba também a relação que nem havia sido construída. 

Uma dica: Se você quer alguém, demonstre. Se ele ou ela não entender dessa forma, o problema obviamente não é contigo e sim com o outro que perdeu a sensibilidade de se relacionar com o outro. 

Dessa água nunca beberei. Só que sim.

Com toda a certeza você já ouviu alguém (tia, mãe, vó) usar essa expressão ou até mesmo você já bradou aos quatros cantos "nunca vou fazer tal coisa".
Bom, eu dizia com uma frequência absurda e ainda hoje utilizo, porém de tanto falar acabei "pagando a língua" umas tantas vezes, principalmente no quesito relacionamento.  
Meus amigos SEMPRE me ouviram falar (e bradar) repetidas vezes que não me relacionaria com rapazes mais jovens, os famigerados "novinhos", todavia, "mordi a língua" e isso me refletir sobre os padrões que ocasionalmente utilizamos, nas oportunidades perdidas pelo pré-julgamento. 
É necessário ter em mente que  quando se trata de interação humana não é algo que se possa equacionar de forma lógica. 
Não há uma fórmula, quer dizer, pode até ser uma fórmula, mas não matemática e sim química. 
São dois corpos, 
duas sensações, 
dois olhares e, de repente, acontece a faísca. 
E se deixar levar (o que nem sempre faço) pode ser surpreendentemente bom.
Esse post é apenas um convite para se deixar levar pelas oportunidades místicas que a vida te proporcionará eventualmente. 

Não se (me) leve tão a sério !  

Take it easy, my brother. 


  

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

DIAMANTE BRUTO LAPIDADO PELA VIDA


Meu avô foi um homem simples, não teve acesso à educação como eu e os seus demais netos tiveram, mas nem por isso ele deixou de ser uma das pessoas mais inteligentes que conheci na vida.
Todas as vezes que ia vê-lo, ele estava sentado lendo um livro ou uma revista e sempre gostava de compartilhar suas ideias, por mais que eu não entendesse o que ele queria dizer de pronto, no final fazia sentido. Ele costumava falar através de metáforas, de parábolas, de enigmas, de frases intrigantes que só ele era capaz de proferi-las.
Fazem 04 (quatro) meses que o devolvemos para Deus, e ao mesmo tempo em que parece que foi ontem que falei com ele pela última vez, parece que faz muito tempo que não o vejo.
Hoje eu queria muito dar um abraço apertado nele, daqueles em que ele dizia que eu ia quebra-lo (felícia feelings). <3 o:p="">

A saudade, tenho certeza, esta nunca vai passar. 

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