Se me fosse pedido para escolher uma palavra que definisse o meu ano, a palavra seria gratidão.
Não há palavra melhor.
" Todos vivemos sob o mesmo céu, mas ninguém tem o mesmo horizonte !" (Konrad Adenauer)
terça-feira, 30 de dezembro de 2014
terça-feira, 21 de outubro de 2014
Backing to old bussiness
Saudade é não saber. Não saber o que fazer com os dias que ficaram mais compridos, não saber como encontrar tarefas que lhe cessem o pensamento, não saber como frear as lágrimas diante de uma música, não saber como vencer a dor de um silêncio que nada preenche.
(Martha Medeiros)SEM MAIS.Bom restante de dia para todos! sábado, 18 de outubro de 2014
Coquetel viral: Crônica de uma paciente paciente
{NÃO, eu não digitei por acaso a palavra 'paciente', foi deliberadamente e vocês vão entender ao final.}
Nos últimos quatro meses fiquei doente três vezes, isso mesmo TRÊS VEZES, isso dá quase um vez por mês. E é sempre a mesma coisa. Já questionei o doutor se podia ser de cunho emocional, mas ele me garantiu que não, no entanto ando meio "cabreira" para não dizer desconfiada dessa classe de profissionais.
Da última vez que estive em um hospital (terça-feira passada) esperei "pacientemente" uma hora e pouco para o médico ler meu raio X computadorizado e dar meu diagnóstico, o que levou apenas CINCO minutos, isso porque ele nunca tinha me visto, É...Já sou um rostinho conhecido por lá, tanto que há um médico que sempre me atende, acho que já reconhece até meu nome. Seria engraçado senão fosse trágico. OK..eu sempre sorrio dessa coincidência não posso negar. Rsrs
Eis que dessa vez papai está extremamente preocupado - EXAGERADO! Mas não vai ser dessa vez que os vírus vão me sucumbir, nananinaanão! Ainda há muito o que fazer/dizer/ver/pessoas a perturbar/conhecer, certo? Assim espero.
Após um coquetel de medicamentos de todas as formas, menos descanso que o necessário (sou teimosa e não gosto de ficar parada) e muitas broncas de TODO MUNDO por não me cuidar direito, minha tosse diminuiu ao patamar de quase normalidade - Houve noites em que estava pensando seriamente em me internar -, o antibiótico terminou e anseio LOUCAMENTE por voltar à rotina completa, voltar principalmente para os meus amados abdominais e agachamentos. Mamãe tá com saudade! ♥
Como estamos falando sobre as minhas experiências recentes com o mundo das drogas vendidas com receita médica, aproveito para deixar meu sincero agradecimento pelos médicos que sempre foram muito fofos comigo desde que eu era um bebê - quando era menor vivia doente e parece que agora meu organismo quer fazer um flashback. Parabéns pelo dia de vocês! Que a vocação que os fez tornarem médicos seja renovada todos os dias e que a ambição capitalista não os domine.
E espero sinceramente não precisar de vocês por um BOM tempo.
Beijos e abraços não mais viróticos!!
Nos últimos quatro meses fiquei doente três vezes, isso mesmo TRÊS VEZES, isso dá quase um vez por mês. E é sempre a mesma coisa. Já questionei o doutor se podia ser de cunho emocional, mas ele me garantiu que não, no entanto ando meio "cabreira" para não dizer desconfiada dessa classe de profissionais.
Da última vez que estive em um hospital (terça-feira passada) esperei "pacientemente" uma hora e pouco para o médico ler meu raio X computadorizado e dar meu diagnóstico, o que levou apenas CINCO minutos, isso porque ele nunca tinha me visto, É...Já sou um rostinho conhecido por lá, tanto que há um médico que sempre me atende, acho que já reconhece até meu nome. Seria engraçado senão fosse trágico. OK..eu sempre sorrio dessa coincidência não posso negar. Rsrs
Eis que dessa vez papai está extremamente preocupado - EXAGERADO! Mas não vai ser dessa vez que os vírus vão me sucumbir, nananinaanão! Ainda há muito o que fazer/dizer/ver/pessoas a perturbar/conhecer, certo? Assim espero.
Após um coquetel de medicamentos de todas as formas, menos descanso que o necessário (sou teimosa e não gosto de ficar parada) e muitas broncas de TODO MUNDO por não me cuidar direito, minha tosse diminuiu ao patamar de quase normalidade - Houve noites em que estava pensando seriamente em me internar -, o antibiótico terminou e anseio LOUCAMENTE por voltar à rotina completa, voltar principalmente para os meus amados abdominais e agachamentos. Mamãe tá com saudade! ♥
Como estamos falando sobre as minhas experiências recentes com o mundo das drogas vendidas com receita médica, aproveito para deixar meu sincero agradecimento pelos médicos que sempre foram muito fofos comigo desde que eu era um bebê - quando era menor vivia doente e parece que agora meu organismo quer fazer um flashback. Parabéns pelo dia de vocês! Que a vocação que os fez tornarem médicos seja renovada todos os dias e que a ambição capitalista não os domine. E espero sinceramente não precisar de vocês por um BOM tempo.
Beijos e abraços não mais viróticos!!
domingo, 12 de outubro de 2014
Mesmo se nada der certo
"Begin again" ou "Mesmo se nada der certo", é o nome do filme que estreou 18/09/2014 nos cinemas brasileiros. É o novo filme com a Keira Knighley protagonizado ao lado de Mark Ruffalo e Adam Levine(vocalista do Maroon 5) que eu assisti na madrugada e me diverti muito porque une os elementos que mais gosto : filme e música.
Achei um texto que fala muito bem sobre as minhas impressões a cerca do filme:
Mesmo Se Nada Der Certo (Begin Again) segue a mesma lógica do filme premiado com o Oscar de Melhor Canção em 2008 - duas pessoas perdidas que se encontram pela música -, mas o faz de forma diluída, trocando a austeridade europeia pela maleabilidade americana. Keira Knightley vive Gretta, uma jovem compositora sem confiança no próprio talento que se vê sozinha em Nova York depois de perder o namorado (Adam Levine) para a fama. Mark Ruffalo é um produtor musical desprestigiado por suas escolhas profissionais e pessoais. Ele a vê tocando sozinha e visualiza o que ela poderia se tornar. Uma epifania ébria que pode salvar os dois.
A cena em que a personagem de Knightley assume o palco e vira objeto de atenção para o produtor toma o primeiro ato do filme. Começa com o ponto de vista dela, insegura, cantando suas desilusões para uma plateia desinteressada. Depois segue a trajetória de Ruffalo até o encontro, em um dia de fracassos sequenciais que culmina em uma resposta do destino. Uma banda invisível acompanha a cantora aos olhos e ouvidos do produtor, em uma das cenas que mostram a música como um personagem, não apenas como condutor narrativo. O mesmo vale para a ideia de gravar na rua o álbum de Gretta, misturando sua voz e os instrumentos aos sons da cidade que a encantara e maltratara.
Essa ligação sincera é o que torna Mesmo Se Nada Der Certo possível: as canções do longa convencem por sua qualidade e seus atores convencem como músicos. As composições de Carney, Hansard e Gregg Alexander (com a colaboração de outros produtores musicais) são definitivas para que a história se conecte ao público. Já Knightley sabe cantar e convence na sua postura de indie pé no chão. Levine, por outro lado, consagrado como músico, não atrapalha com o seu lado ator.
Ainda que leve a momentos catárticos pela música, Mesmo Se Nada Der Certo, assim comoApenas Uma Vez, não é o filme sobre metamorfoses que aparenta ser. O encontro entre seus personagens não transforma, leva à aceitação - eles apenas passam a compreender a própria história. Para Carney, a música leva ao autoconhecimento e esse é o caminho para a evolução.
Retirado de: http://omelete.uol.com.br/cinema/mesmo-se-nada-der-certo-critica/#.VDqQO2ddUmE
O mais incrível que achei foi o que o Carney conseguiu fazer transformar um filme em um filme sem aquele "q" de previsibilidade do início mostrando as duas perspectivas e o final que não parece final e sim uma espécie de começo, de aceitação para a partir de então crescer, começar de novo (begin again).
Ps. A voz da Keira... uau! Me surpreendeu muitíssimo. Me pego cantando de vez em quando "roses, roses..." rsrs
O importante é recomeçar a cada tropeço, não é mesmo? ;)
Beijos e abraços!
domingo, 6 de julho de 2014
Feedback
Sou com certeza a mais doida de todas as doidas do mundo todo. De verdade. Dizem que poeta é um fingidor, finge sentir dor ou era diferente? Enfim, acho que captei a essência do que Pessoa falou (eu espero) .
Me dei conta de que "sofro" para dar feedback para os outros e na verdade não estou triste porcaria nenhuma. Porque quem está triste não samba por ai feito uma sambista no quarto, não é? Uma pessoa que está arrasada não desce até o chão ao som do pancadão que tá pipocando nos seus ouvidos. Ou desce? Se sim, estou tristinha da silva. Caso contrário, apenas tô me sentindo frustrada porque me sinto igual quando brincava com meus primos mais velhos e perdia. Ficava realmente muito brava. "Coitadinha da Marina", eu era uma comédia, café com leite total.
Ah! Me lembrei que minha prima disse que não imaginava me ver dançar - isso ocorreu domingo passado no Show do Alceu, que aliás foi bem animado .
Acreditam? Acho que devo enganar bem as pessoas, devo passar a imagem de que sou uma garota que apenas fica em casa e é 100% obediente, o que sou em metade do tempo, mas o que muita gente não sabe ou nunca reparou, é que sou do mundo, da noite, gosto dos pancadões, das guitarras estridentes nos meus ouvidos, gosto dos drinques (sim, por quê não?), gosto dos beijos molhados sem aviso, gosto dos abraços apertados dos amigos e de ler sem lembrar que no dia seguinte preciso acordar cedo.
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Entrega
Eu não deveria deixar-me levar pela atmosfera desconhecida que nos envolve, por esse teu jeito de quem acabou de chegar e quer fazer-se íntimo. Tu sabes bem conquistar intimidades... Eu não deveria perder-me nesse teu olhar sempre tão convidativo, que paira sobre o meu com ar de quem consegue desvendar minha alma. Deveria parar de atentar-me ao teu sorriso despretensioso, de pegar emprestado um pouco da tua calma tão genuína e de querer fazer dos teus braços meu repouso preferido. Eu não deveria, mas me vejo aqui, pensando sobre teu jeito singular de se expressar, sobre tuas palavras descontextualizadas que fazem todo sentido, tua vontade de conciliar nossas rotinas, e percebo-me querendo ser totalmente tua, embora não devesse. Meu coração anda aflito e nervoso, remoendo traumas passados que deveriam fazer com que eu desconfiasse de qualquer um que disfarçasse intenções comigo. Mas tu, com tua falta de pressa, por ter certeza que podes fazer dar certo, me fazes acreditar que tens segundas, terceiras e quartas intenções, só que todas sinceras e compatíveis com as minhas. Tu não deverias, mas compreendes todas minhas complicações, me põe no colo e sussurra que vais cuidar de mim, que é só eu deixar-me entregar. Tu não deverias ter tocado-me com tanto carinho, despindo-me com tanta pureza, embora fosse visível teu desejo. Tu não deverias ter demonstrado tantas boas razões para permanecer ali contigo, porque embora tu só me transmitas paz, se eu ousar libertar meu coração, minha paz será totalmente tua.
Por Gabriela Serra
Por Gabriela Serra
quinta-feira, 22 de maio de 2014
O que eu peço
Não te peço em namoro, casamento ou nada do tipo
Te peço apenas momentos
Momentos que não se apagam como as palavras soltas no ar
Palavras que muitas vezes são ditas sem a menor intenção de serem ditas
São só palavras.
Entre uma declaração extravagante prefiro um gesto aparentemente banal, mas sobretudo, real.
É a realidade misturada com a magia do cotidiano que me atrai e não a ilusão psicodélica das comédias românticas.
Se ainda não percebeu que o que quero não é o que necessariamente parece.
Quero tudo e também nada.
Quero apenas uma lua no céu, pingos de chuva e abraços apertados.
O resto... Não importa!
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