Páginas

quarta-feira, 8 de março de 2017

Amar e ser livre

Ultimamente tenho sido questionada (e tenho me questionado) bastante sobre minha vida amorosa (ou a ausência dela rsrs) por algumas pessoas mais próximas e isso me fez pensar sobre alguns pontos. 
Para começo de conversa:  O que é namorar? É ter um parceiro, um relacionamento estável, saudável, que ocasionalmente um dorme na casa do outro, etc.. Certo? Mas esses relacionamentos precisam ter um termo? Digo..precisam ser eternos? 
O modo como as coisas foram repassadas, esse viés religioso engendrado até hoje dita a forma de pensar, isto é, não concebemos a ideia de que um namoro pode ser sazonal, porém porque não desfrutar a companhia do outro o tempo que nos for confortável (infinito enquanto durar já dizia Vinícius) sem a pressão de que a qualquer momento possam nos perguntar sobre nosso estado civil (solteira, casada, união estável...). 
Não quero dizer que eu seja a favor da promiscuidade (o que é promiscuidade afinal?!) ou da banalização do sexo, mas sim que é possível duas pessoas se relacionarem, se envolverem, se amarem sem que um dos lados queira cair fora com medo da outra pessoa se apaixonar. 
Desde quando vivemos com contagem regressiva??? Está bem que não sabemos o que acontecerá a seguir, todavia não é justificativa para a forma como tenho visto acontecer ultimamente. O padrão se repete e as pessoas estão cada dia menos afim de desvendar o mundo do outro e mais interessadas em transar com toda forma humana que há na face da terra. 
Relationship goals ♥
O que eu desejo é que a minha liberdade envolva alguém a ponto desse alguém escolher ser meu parceiro de vida, mas se formos felizes apenas um período...Maravilha também. 
Vamos pensar bem se queremos estar com alguém porque é nossa vontade ou se estamos nos sentindo pressionadas a ter alguém para corresponder aos anseios de A ou de B.

Beijos,

M.


P.S.
FELIZ DIA DAS MULHERES!!


Nenhum comentário:

Postar um comentário

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...